segunda-feira , 24 setembro 2018
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Dicas valiosas para se tornar um Perito Criminal

Foto: Pixabay

No artigo são demonstradas as dificuldades de cada etapa e suas respectivas taxas de reprovações

Olá pessoal, tudo joia? Provavelmente ainda não nos conhecemos. Sou novo no Estratégia e recém nomeado Perito Criminal da PCDF, em dez/2017. O objetivo deste artigo é ajudá-lo a se preparar para o concurso de Perito Criminal da Polícia Federal, independente da área em que concorrerá.

Neste artigo serão demonstradas as dificuldades de cada etapa e suas respectivas taxas de reprovações. As dicas e orientações repassadas poderão ser determinantes para seu planejamento de estudo e preparação.

Desde a Grécia Antiga, já se falava da análise do passado como forma de planejar o futuro: “Pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro” – Heródoto.

Atualmente, mais de 60% das transações em bolsa são realizadas automaticamente por ferramentas de inteligência artificial, as quais possuem aprendizado baseado nos dados numéricos passados. Como último exemplo de como os números “falam alto”, foi proposta, nos EUA, uma fórmula matemática que estima com boa exatidão qual será o preço do vinho após 10 anos de sua produção considerando apenas três variáveis: taxa de chuva no inverno, temperatura média durante o crescimento e taxa de chuva durante a colheita.

Os erros, acertos e experiências pessoais dos professores e daqueles que já passaram em concursos semelhantes são muito válidas. Entretanto, farei aqui uma abordagem um pouco diferente.

As sugestões para seu planejamento serão extraídas da análise estatística detalhada, um “Raio X”, do último concurso de Perito Criminal da Polícia Federal.

Essas informações são mais robustas que minhas impressões pessoais, exatamente por considerar um número maior de candidatos, correspondendo a uma amostragem mais representativa da população de concurseiros.

Sem mais, vamos ao que interessa. O último concurso de Perito da Polícia Federal teve seu edital publicado em 2012. Foram ofertadas 100 vagas, divididas em 13 áreas conforme a Tabela 1. A concorrência média desse concurso foi de 358 candidatos/vaga, com 35800 inscritos. Apesar da alta concorrência, apenas 93 candidatos foram convocados para o curso de formação (CF), ou seja, 7 vagas ficaram ociosas (sem considerar os candidatos sub judice).

O concurso foi dividido em duas etapas, sendo o Curso de Formação (CF) a segunda etapa. Na primeira etapa do concurso (prévia ao CF), na qual se concentrará nossa discussão, a pontuação foi assim dividida: prova objetiva (120 pontos), prova discursiva (13 pontos) e prova de títulos (7 pontos).

As demais fases, embora fossem eliminatórias, não somavam à pontuação total do candidato. Na prova objetiva, o candidato precisava alcançar a posição igual ou melhor a 4 vezes o número de vagas para ter a sua prova discursiva corrigida.

Por exemplo, foram corrigidas as discursivas dos candidatos com as 8 maiores notas para uma área com 2 vagas, respeitados os empates na última posição. Já na prova discursiva, o candidato precisava de uma nota superior ou igual a 6,5 pontos para ser aprovado.

Isso significa que o candidato dependia exclusivamente dele mesmo para ser aprovado nessa e nas fases seguintes: teste de aptidão física (TAF), exame médico, avaliação psicológica e investigação (social e/ou funcional).

Na Tabela 2, está apresentada a estatística descritiva da concorrência e das fases que pontuavam na primeira etapa, sintetizando uma série de informações úteis aos candidatos das diversas áreas.

Embora a concorrência média seja de 358 candidatos/vaga, houve muita variação entre as diversas áreas, partindo de 124,2 candidatos/vaga (área 5) até os sofridos 1318,3 candidatos/vaga (área 8), apresentando um coeficiente de variação (CV) de 80,0%.

Passando para a prova objetiva, a nota média entre os aprovados nessa fase foi de 66,5 pontos, correspondendo a uma porcentagem de acerto de 55,4% da pontuação máxima. Pode não parecer uma média alta, mas devemos lembrar que um item errado anulava um item correto.

Um importante parâmetro é a nota mínima entre os aprovados nessa fase (o ponto de corte – PC), o qual variou entre 51 pontos (área 5) a 80 pontos (área 13). A nota média entre as provas discursivas corrigidas foi de 8,5 pontos (65,1% da pontuação máxima), mas algumas áreas destoaram dessa média, a exemplo da área 6 com média inferior a 4 pontos e a área 18 com média próxima a 12 pontos.

Por fim, a prova de títulos, que assusta muita gente, não pareceu uma fase preocupante, pois a pontuação média dos candidatos foi de apenas 0,4 (5,1% da pontuação máxima).

Quantas pessoas vão ficando pelo caminho?

É importante que você conheça o índice de reprovação em cada uma das fases da primeira etapa do concurso. Isso despertará sua atenção para os maiores obstáculos, o que lhe ajudará a dosar e dividir seu tempo de preparação entre as diferentes fases.

Esse conhecimento é útil não só porque algumas fases são realizadas simultaneamente, a exemplo da prova objetiva e prova discursiva, mas também porque iniciar sua preparação para o TAF só após as provas objetiva e discursiva pode ser arriscado.

Como se vê na Tabela 3, a prova objetiva foi responsável pela maioria esmagadora da eliminação, 98,8%. Isso é esperado para a maioria dos concursos, pois geralmente apenas um número pequeno de provas discursivas é corrigido.

Você, concurseiro perspicaz, já percebeu que a maior parte da sua energia inicial deverá ser gasta na preparação para a prova objetiva de Perito Criminal. Exato! Os dados dizem que você está corretíssimo…

Suas chances dependerão de um bom domínio das diferentes matérias cobradas como conhecimentos específicos, português, raciocínio lógico, informática e os direitos constitucional, administrativo, penal e processual penal.

Nos parece óbvio que a prova objetiva lhe exigirá mais tempo de preparação que a prova discursiva, até pela diversidade de matérias cobradas naquela fase. A grande questão é quanto se deve valorizar o tempo de preparação de uma fase em detrimento de outra.

Veremos mais adiante que alguns candidatos podem ter supervalorizado a prova objetiva e talvez, por isso, não conseguiram a pontuação mínima na prova discursiva, sendo eliminados.

Pensando exatamente nessa dificuldade em se preparar simultaneamente para duas etapas, elaborei uma equação que estima o ponto de corte (PC) das diferentes áreas a partir de 3 variáveis, o número de vagas (X1), o número de candidatos (X2) e o grupo da área (X3), que pode ser A, B ou C, como segue:

PC = 38,460 + 9,406.log(X2/X1) – 7,980.X3

em que X3 corresponde ao valor “-1” para o grupo A (áreas 8, 9, 13 e 18), valor “0” para o grupo B (áreas 1, 4, 6 e 7) e valor “+1” para o grupo C (áreas 2, 3, 5, 12 e 14). A separação das áreas em três grupos foi meramente estatística.

Essa equação funciona bem para o último concurso de Perito da PF, apresentando um erro médio de 3,00 pontos e consegue explicar 86% das tendências dos dados. Caso a banca de 2012, CESPE, e a pontuação sejam mantidas e o conteúdo programático seja similar, a equação acima poderá ser utilizada para estimar o PC do próximo concurso de Perito da Polícia Federal.

Você deve estar se perguntando: qual a relação dessa equação com a divisão de tempo de estudos entre as provas objetiva e discursiva? A estimativa fornecida pela equação poderá lhe servir como um indicador, pois seu primeiro objetivo deve ser a aprovação na prova objetiva e, para tanto, precisará alcançar ou ultrapassar o PC.

Caso o candidato consiga essa aprovação, a probabilidade de ser convocado para o curso de formação é de 1 em 5, o que é uma chance alta quando se fala em concursos. Vamos ao caso prático! Você pode utilizar de simulados como os oferecidos pelo Estratégia para medir o seu desempenho e comparar com o PC.

A partir dessa comparação, ficará mais claro como você pode dividir o tempo de preparação para essas duas provas iniciais, de tal forma que tenha boas chances de ser aprovado na objetiva e, ao mesmo tempo, alcance os 6,5 pontos mínimos exigidos para discursiva.

Por enquanto não é possível fazer boas aproximações para o próximo concurso, pois não sabemos a quantidade de vagas e tampouco o número de inscritos em cada área. Entretanto, em breve, será divulgado o número de vagas por área e, na fase pós inscrição, será possível fazer melhores estimativas do PC.

A equação lhe será mais útil na reta final para o concurso, quando você estará mais apto a realizar os simulados.  Mesmo assim, vamos imaginar duas condições hipotéticas para estimarmos os PCs do próximo concurso de Perito Criminal da Polícia Federal: (i) suponhamos que o quadro de vagas por área, que tem circulado extraoficialmente em fóruns, seja concretizado na publicação do edital; e (ii) suponhamos que o número de inscritos por área aumentasse em 40,0% em relação ao último concurso.

Feitas essas suposições e utilizando a equação, observe os resultados na Tabela 4.

Excetuada a área 2, para o qual poderá ser ofertado um maior número de vagas em relação ao último concurso, houve um aumento do ponto de corte estimado (PC estimado) em todas as áreas. Entretanto, esse aumento é pequeno, da ordem de 3 pontos. Você poderá alterar o número de candidatos da sua área e obter outras aproximações, utilizando a fórmula.

Podem haver pequenas variações da estimativa associadas ao nível de dificuldade das provas e também em relação ao conteúdo programático. Por isso, use essa ferramenta com prudência, pois ela não representa um “corte cirúrgico”, mas sim a estimativa de uma faixa em que provavelmente o PC para sua área estará contido.

Prova discursiva: uma fase que nem sempre recebe a devida atenção

Conforme Tabela 2 acima, dos aprovados na prova objetiva, 17,1% foram reprovados na prova discursiva. Esse índice pode ser considerado alto, pois a aprovação do candidato na discursiva independia do desempenho de seus concorrentes, sendo suficiente obter nota mínima de 6,5 pontos (50% da pontuação máxima).

Além disso, é esperado que os candidatos aprovados na prova objetiva possuam conhecimentos razoáveis da parte específica do edital, que corresponde a 70 itens dos 120 totais da prova objetiva e também é cobrada na discursiva.

Outro dado curioso: 5 candidatos da classificação geral e 1 inscrito como PNE obtiveram nota 0. Será que esses 6 candidatos não detinham algum conhecimento, mesmo que superficial, do tema cobrado na discursiva?… Vejam no histograma da pontuação dessa fase na Figura 1, que a maior incidência de notas estão nas maiores faixas, acima de 8,0 pontos, conforme esperado.

Uma vez compreendido que um bom desempenho na discursiva é esperado para os aprovados na objetiva, nos resta entender quais motivos podem ter levado à reprovação de 17,1% desses candidatos e o que você pode fazer para estar dentre os outros 82,9%.

Infelizmente esses motivos não são extraíveis dos resultados publicados, mas podemos destacar três principais motivos: fuga de tema, dificuldade de estruturação das ideias e tempo insuficiente para resolução das provas objetivas e discursivas em um mesmo período.

O meu intuito não é dar dicas de como fazer uma boa prova discursiva, mas sim alertá-lo para o risco de reprovação nessa etapa. Vários outros professores, mais gabaritados no assunto, podem lhe orientar na preparação para essa fase. Segue algumas dicas mais gerais e iniciais:

  • estude por bons materiais;
  • adquira bons conhecimentos da parte específica do conteúdo programático;
  • escolha possíveis temas e pratique simulando a prova discursiva e cronometrando o tempo gasto;
  • envie suas questões discursivas respondidas para um professor corrigir;
  • no dia da prova, siga exatamente (de preferência na mesma ordem) os comandos da banca.

Muitos candidatos se queixam que seus recursos em provas discursivas quase nunca são aceitos ou quase não modificam a sua pontuação… será que isso é verdade? Nesse sentido, existe obviamente variações entre diferentes concursos e, principalmente, entre diferentes bancas organizadoras. Vamos nos ater ao último concurso de Perito Criminal da PF para responder tal questão.

Na Tabela 5 estão resumidos alguns dados sobre os recursos na prova discursiva. A nota média geral passou de 9,0 para 9,2 pontos após os recursos, o que corresponde a um aumento de apenas 2,5% na nota. No entanto, observar o aumento da pontuação média geral não é o mais adequado, já que muitos candidatos não apresentam recursos na prova discursiva. Se consideramos apenas os candidatos que tiveram sua pontuação modificada, a nota passou de 7,8 para 9,1 pontos, o que corresponde a um aumento médio de 17% ou 1,33 pontos. Esse aumento de pontuação médio pode ser decisivo para a convocação para o curso de formação. Além disso, o aumento da pontuação variou entre 0,8% e espantosos 342,4%. Ademais, 12 candidatos da classificação geral e 1 inscrito como PNE ultrapassaram o limiar de 6,5 pontos após a avaliação de seus recursos, ou seja, deixaram de constar como reprovados para aprovados para próxima fase. Acredito que, após a apresentação desses resultados, você esteja convicto de que vale muito a pena entrar com recurso na prova discursiva.

Claro que já terá investido um bom tempo e dinheiro caso seja aprovado na prova objetiva. Por isso, não arrisque! A minha dica é que procurem a assessoria de professores renomados no assunto para auxiliá-los na elaboração dos recursos, o que potencializará suas chances de aumentar a pontuação na discursiva.

Abro um parênteses rapidamente para contar minha experiência pessoal no assunto. No concurso de Perito Criminal em 2016, eu não consegui finalizar a resolução da prova objetiva por dois motivos: sou um pouco lento, e valorizei a resolução das quatro questões discursivas que valiam 100 pontos. No resultado definitivo da objetiva eu constava como 25º colocado. Obtive 81,61 pontos no resultado preliminar da prova discursiva, passando para a 4ª posição e, após os recursos, minha nota subiu para 85,62, alcançando a 2ª posição. Na minha área, Química, o concurso ofertava 2 vagas imediatas e 6 cadastro reserva.

Exame de aptidão física

Fase mais conhecida como teste de aptidão física (TAF). É a segunda fase que mais reprova os candidatos, ficando atrás somente da prova objetiva. Em uma fase em que a aprovação depende única e exclusivamente do candidato, um índice de reprovação de 43% é muito alto.

No concurso da PCDF 2016, eu decidi me preparar para o TAF só após a aprovação na prova discursiva e felizmente deu certo. Entretanto, na ansiedade de atingir o desempenho mínimo para o TAF em um curto período de tempo, acabei lesionando um joelho, o que quase me deixou fora do concurso.

Considerando o alto índice de reprovação no último concurso da Polícia Federal e o meu exemplo pessoal, a dica é começar seu treinamento para o TAF com o máximo de antecedência possível e sob a supervisão de um profissional de educação física.

Um dado curioso e contrassenso é que o índice de reprovação entre homens, 45%, foi superior ao índice de reprovação entre as mulheres, 31%, no TAF de Perito Criminal da Polícia Federal. Vale lembrar que esses números variam com as condições e exigências de cada edital. No concurso em que fui aprovado da PCDF, por exemplo, o índice de reprovação foi maior entre as mulheres.

4 fases relativamente mais tranquilas: investigação, exame médico e exame psicotécnico e prova de títulos

Pessoal, os índices de reprovação nas 3 fases seguintes são relativamente baixos como segue: investigação (3,1%), exame médico (10,3%) e exame psicotécnico (9,2%). Já a prova de títulos é apenas classificatória.

Nas fases investigação e exame médico, a maior atenção do candidato deve se voltar a todos os detalhes documentais exigidos no edital. Uma informação incorreta, um documento ou exame faltante podem levar a reprovação do candidato. Claro que a eliminação é passível de ser modificada nesses casos, , mas é sempre desgastante e inseguro depender de recurso administrativo ou judicial. Por isso, confira várias vezes todos os documentos e exames. Peça a outra pessoa (um amigo ou um familiar) para fazer essa verificação de forma independente. Peque por excesso nas conferências documentais. Ainda na fase médica, fique atento às condições clínicas, sinais ou sintomas que incapacitam o candidato no concurso público, pois o edital especifica (lista) várias. Caso você esteja na dúvida se você está enquadrado numa delas, procure a orientação de um médico especialista no assunto e, caso ele te considere apto quanto àquele quesito, solicite um relatório médico, pois o parecer de um especialista poderá ser decisivo no dia da fase exame médico.

Na fase exame psicotécnico, procure informações de como funcionam e de como são aplicados os testes. Você pode praticar testes de memórias, de raciocínio lógico e outros testes aplicados, aumentando seu desempenho e diminuindo seu nervosismo no dia do exame. A principal dica para essa fase: não deixe ser surpreendido.

A pontuação média obtida na prova de títulos foi baixa, 0,4 pontos (5,1% da pontuação máxima). Por isso, você não deve ficar desanimado em fazer esse concurso caso não possua títulos para pontuar nessa fase, pois a maioria dos candidatos aprovados possuem apenas graduação. Óbvio que obter alguma pontuação adicional, nessa ou em qualquer outra fase, é interessante. Portanto, após a aprovação na prova objetiva, avalie a possibilidade de realizar alguma pós graduação lato sensu na área a que está concorrendo com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas.

Convocação para o curso de formação (CF)

Embora a convocação para o CF não seja conceitualmente uma fase do concurso, a análise de seus resultados também nos traz informações interessantes. 159 candidatos foram aprovados nas fases anteriores, dos quais 93 foram convocados para o CF, ficando ociosas 7 das 100 ofertadas. Duas considerações importantes: (i) caso o candidato tivesse sido aprovado nas fases anteriores, a sua chance de ser convocado para o CF era alta, de 58,5%; (ii) se 7 vagas não foram preenchidas, então houve áreas em que todos os aprovados foram convocados. Veja, na Tabela 6, o resumo dos resultados da convocação para o CF por área.

Os resultados da convocação do CF demonstram que o candidato aprovado na objetiva não pode desanimar em hipótese alguma, pois mesmo que esteja em posição um pouco distante das vagas, é possível galgar posições durante as várias fases eliminatórias.

Pessoal, vou ficando por aqui. Espero que tenha esclarecido um pouco sobre o concurso de Perito Criminal da PF e que os dados e orientações apresentados lhe auxiliem em seu planejamento de estudo e preparação. Deixe seu comentário ou dúvida a respeito do tema. Aos QUÍMICOS, deixo um comentário adicional no próximo parágrafo.

Aproveitando o assunto, lembro os QUÍMICOS que pretendem realizar esse concurso de que a estatística aplicada à química é cobrada no concurso da PF nos seguintes tópicos do conteúdo programático: análise estatística e quimiométrica de dados experimentais; planejamento de experimentos; validação de metodologias analíticas. Devido à grande importância da estatística para os laboratórios na atualidade, esses temas podem ser cobrados, inclusive, na prova discursiva.

A validação de metodologias analíticas foi tema de uma questão discursiva da prova para Perito Criminal/Química da PCDF em 2016. Por isso, quem tiver interesse em entender melhor sobre o assunto, dê uma conferida no conteúdo do nosso curso (link abaixo), o qual contém três aulas inteiras sobre a estatística aplicada à química, além de vários outros temas do conteúdo programático dos concursos para Perito Criminal tanto da Polícia Federal quanto das Polícias Civis.

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