quarta-feira , 22 agosto 2018
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Gol e Voyage com motor 1.6 e câmbio automático do Polo

Foto: Divulgação

Com esse posicionamento de preços, a marca pretende atingir também o público PcD (pessoas com deficiência), segmento que cresceu 20% e vendeu mais de 60 mil carros no último ano

Dois meses depois de revelar a linha 2019 de Gol e Voyage, a Volkswagen apresenta a dupla equipada com o motor 1.6 MSI e a aguardada transmissão automática Tiptronic de seis marchas. A tabela começa em R$ 54.580 para o Gol e R$ 59.990 no caso do Voyage. Com esse posicionamento de preços, a marca pretende atingir também o público PcD (pessoas com deficiência), segmento que cresceu 20% e vendeu mais de 60 mil carros no último ano.

O câmbio automático com conversor de torque substitui a caixa automatizada I-Motion de cinco velocidades, combinado ao motor 1.6 MSI de 16 válvulas, que gera 110 cv de potência com gasolina e 15,8 kgfm de torque com gasolina ou 120 cv e 16,8 kgfm quando abastecido com  etanol. O propulsor conta com comando duplo de válvulas variável e sistema de partida a frio sem tanquinho auxiliar de gasolina – mesmo conjunto mecânico da dupla Polo e Virtus.

De acordo com os dados de fábrica, o Gol 1.6 automático acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos e atinge a velocidade máxima de 179 km/h com gasolina. Com etanol os números são de 10,1 segundos e 185 km/h. Já o Voyage chega aos 100 km/h em 10,8 segundos e 184 km/h de velocidade final com gasolina e 10,1 segundos e 190 km/h, respectivamente, abastecido com etanol.

Já as médias de consumo declaradas pelo Inmetro são as seguintes:

Gol (etanol) – 7,7 km/l cidade/9,6 km/l estrada
Gol (gasolina) – 11,1 km/l cidade/13,6 km/l estrada
Voyage (etanol) –  8 km/l cidade/10,1 km/l estrada
Voyage (gasolina) – 11,1 km/l cidade/14,3 km/l estrada

Na linha 2019, Gol e Voyage ganharam o para-choque dianteiro que era exclusivo da picape Saveiro. A peça tem a parte inferior redesenhada na área dos faróis de neblina. Os faróis e a grade também são novos, com aparência mais retilínea. Nas variantes automáticas, a única diferença visual é o emblema com a designação “MSI Automatic” na tampa do porta-malas.

A lista de equipamentos de série conta com os obrigatórios airbags frontais e freios com ABS, além de direção hidráulica, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, vidros dianteiros e travas das portas com acionamento elétrico, suporte para celular integrado ao painel com entrada USB, banco traseiro rebatível, desembaçador traseiro, alerta de faróis acesos, rodas de aço de 15 polegadas com calotas, pneus 195/55 R15, entre outros.

A dupla ainda pode receber os opcionais divididos em pacotes. No Urban Completo (R$ 3 mil) há o acréscimo rodas de liga leve de 15”, alarme, chave tipo canivete com controle remoto, retrovisores e maçanetas na cor do veículo, grade do radiador pintada na cor preta, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, repetidores de seta e rebatimento do espelho do lado direito ao engatar a marcha à ré, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos traseiros, destravamento elétrico da tampa traseira com controle remoto, travamento elétrico das portas com controle remoto, para-sol com espelho iluminado, faróis de dupla parábola, faróis de neblina, lanterna traseira escurecida, duas luzes de leitura dianteiras e duas traseiras, alças de segurança no teto e coluna de direção com ajuste de altura e distância.

Outros opcionais disponíveis são os sistemas multimídia Discover Media (R$ 2 mil) e Composition Touch (R$ 2.100), com 6 alto-falantes, SD Card, entradas USB e Aux In, microfone, Bluetooth, volante multifuncional e computador de bordo. O Composition Touch adiciona navegação GPS.

Primeiras impressões

O conjunto mecânico herdado do Polo agrada no uso urbano. A caixa tem programação voltada ao conforto e economia de combustível, antecipando as trocas de marchas mesmo a baixas velocidades. No rápido teste-drive de aproximadamente 50 quilômetros em rodovia, o Voyage testado pela reportagem apresentou desempenho condizente com a sua proposta. Com quatro ocupantes e bagagens, o sedã compacto exigiu algumas reduções de marchas na borboleta atrás do volante para ganhar fôlego e embalar em trechos de subida. A situação melhora quando o modo esportivo é selecionado na própria alavanca do câmbio. Nessa função, a caixa estica as marchas para aproveitar melhor a força do motor em rotações elevadas, deixando o carro mais esperto. No geral, Gol e Voyage mantiveram o bom acerto dinâmico, sem sentirem nenhuma falta da transmissão automatizada I-Motion e seus soluços a cada troca de marcha.

Mas a dupla já sente o peso da idade do projeto lançado há mais de uma década. A direção ainda tem assistência hidráulica e alguns detalhes de ergonomia – como o posicionamento dos botões dos vidros traseiros no painel – bem que poderiam ter sido solucionados. Fora isso, Gol e Voyage agora têm atributos para agradar quem procura por um compacto automático.

 

 

 

Fonte: Carsale

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