Foto: José Cruz/Agência Brasil

Atleta Ciclista há 8 anos, o COO fundador da Seguralta, Gustavo Zanon, fala sobre o modelo de transporte e explica como funciona o Seguro Bike

Com os números de casos de corona vírus aumentando, as pessoas que precisam se deslocar pela cidade, decidiram migrar para outros meios de transporte. Para evitar as aglomerações dos transportes públicos, cerca de 38% dos brasileiros que não possuem veículo próprio, acreditam que as bicicletas são as melhores opção para se deslocarem, de acordo com os dados divulgados pelo Datafolha.

Com o propósito de deixar as cidades mais seguras para os ciclistas, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), apresentou algumas novas regras. A partir de abril, os carros deverão diminuir a velocidade ao ultrapassar um ciclista de forma compatível com a segurança do trânsito, essa regra passa a ser gravíssima e o infrator deverá pagar uma multa de R$293,47 e levará 7 pontos na carteira.

Outra regra que entra em vigor é a proibição para automóveis pararem, estacionarem para embarque e desembarque nas ciclofaixas e ciclovias. Caso ocorra, o infrator terá que pagar uma multa de R$195,23 e levará 5 pontos na carteira.

Em 2020, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), apresentou um crescimento de 50% no número de vendas em comparação a 2019. Devido à alta procura por bicicletas, o mercado de seguros nesse segmento teve um crescimento de 162% durante o segundo trimestre de 2020.

Ciclista há 8 anos, o COO fundador da maior rede de franquias de corretora de seguros do Brasil, Seguralta, o empresário Gustavo Zanon, comenta sobre o segmento de bicicletas e sobre essa modalidade de seguro.

“Comecei a pedalar em 2013, super sedentário e sem pretensão nenhuma. Até que fui convidado por um amigo a participar da prova: L’Étape, conhecida como Tour de France, a mais tradicional prova de ciclismo de estrada mundial. A prova teve a duração de 22 dias e um percurso de 130km. Fui na cara e na coragem, depois dessa experiência, nunca mais quis e nem parei de pedalar”, comenta.

O empresário possui o hábito de pedalar todos dias, com o intuito de manter o ritmo e aumentar o desempenho nas atividades do dia a dia, seja no trabalho ou em casa com os filhos e a esposa.

Para Gustavo, o seguro bike é essencial em sua vida, pois ele é uma garantia de que não ficará sem um apoio quando algo acontecer com o seu veículo.

“Nem sempre saímos em grupos ou com algum colega para pedalar e te ajudar caso aconteça algum acidente. As pedaladas geralmente são longas e em lugares pouco movimentados, então se o pneu furar ou se você passar mal, não tem ninguém para te ajudar na hora, o seguro entra em cena para fazer um resgate, rebocar a bike ou levá-lo até o local que você precisa. Em outro cenário, se a pessoa trabalha com a bike, e precisa deixá-la estacionada na rua, em caso de roubo o seguro vai indenizar essa perda”, comenta.

O seguro bike é flexível e atende as necessidades de todos os ciclistas, sejam aqueles que utilizam a bicicleta para esporte, competição ou trabalho. O preço do serviço vai variar conforme o modelo da bicicleta, quanto mais elevado o nível e mais coberturas incrementadas no seguro, mais caro ele fica.

“Para aqueles que estão em dúvida e pesquisando sobre o seguro bike, precisam analisar bem quais são suas necessidades para contratar as coberturas e assistências certas. Assim, você terá o melhor custo x beneficio que pode ter do serviço”, finaliza o empresário.

Presente no mercado de seguros há mais de 50 anos, a Seguralta oferece essa modalidade de seguro com coberturas que contemplam roubo, furto, assistência 24horas, quebra de bicicleta, acidente e responsabilidade civil. O seguro cobre todos os modelos de bicicleta, sejam profissionais ou os modelos mais simples.

O valor do seguro varia do modelo, do valor, das coberturas e das assistências que o assegurado deseja contratar.

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