
RESTAURANT WEEK
Marlene Galeazzi
O jantar de lançamento da 34ª edição especial da Brasília Restaurant Week, realizado na Matri Pizzeria do Noroeste, foi um sucesso.

DF NAS MÃOS DA CÂMARA Os olhos do Distrito Federal estão focados para o plenário da Câmara dos Deputados, onde até o final da noite de hoje deve ser votado um projeto crucial para a vida dos brasilienses: a reforma fiscal que limita os gastos do Governo Federal. O projeto, aprovado inicialmente pela Câmara, embute […]
Os olhos do Distrito Federal estão focados para o plenário da Câmara dos Deputados, onde até o final da noite de hoje deve ser votado um projeto crucial para a vida dos brasilienses: a reforma fiscal que limita os gastos do Governo Federal. O projeto, aprovado inicialmente pela Câmara, embute um jabuti que devora recursos federais destinados a Brasília ao mudar a fonte que banca a segurança, a saúde e a educação da capital: o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF). É o futuro do quadradinho nas mãos dos nobres deputados que Brasília hospeda.
Políticos, empresários e instituições do DF travam verdadeira guerra para salvar o Fundo Constitucional das garras da reforma fiscal. Perderam a primeira batalha na Câmara. Ganharam a segunda no Senado, que extraiu do projeto o jabuti infiltrado pelo deputado Cláudio Cajado (PP-BA). Com o retorno do projeto à Câmara, a batalha final é impedir que os deputados aprovem as mudanças defendidas por Cajado.
O clima no Palácio do Buriti e na bancada do DF é que o jabuti não passará. Mas cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Mais do que cautela, o GDF, a bancada, empresários e instituições não podem ficar no “já ganhou”. O governador Ibaneis Rocha sabe disso. Tanto que ele assumiu o comando da luta e colocou em campo a vice-governadora Celina Leão (PP), ex-deputada federal e muito ligada ao presidente da Câmara, Arthur Lira.
Mas caso a inclusão do Fundo Constitucional no teto de gastos seja aprovada, o Plano B de Brasília seria recorrer ao veto do presidente Lula. O senador Izalci Lucas (PSDB) foi o único parlamentar do DF a ser recebido por Lula para tratar do problema. O tucano saiu da reunião garantindo que o presidente ficou sensibilizado com os argumentos do DF em defesa do fundo. O Palácio do Palácio não desmentiu, mas também não confirmou que o presidente pode vetar decisões da Câmara que ponham em risco a vida dos brasilienses. É de roer as unhas e torcer os dedos.
Bombeiros de todo o Brasil estão cuspindo fogo contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Motivo: o poderoso parlamentar deu um banho de água fria nos bombeiros ao cancelar homenagem em reconhecimento ao trabalho da categoria de militares mais querida e respeitada pela população brasileira.
A homenagem estava marcada para a noite de ontem (3). A sessão solene marcaria o Dia Nacional do Bombeiro, comemorado em 2 de junho. Mais de 400 bombeiros, com seus uniformes de gala, lotaram o plenário da Câmara. Era só o calor da emoção e da alegria. Mas aí veio a ducha de água fria.
Faltando apenas 24 minutos do início da solenidade, veio a notícia bombástica para os bombeiros: Lira apagou a cerimônia. Cancelou a sessão alegando que a Câmara estava em esforço concentrado para votar importantes projetos. Os bombeiros saíram com os olhos até aqui de mágoa.
O jornalista Bartolomeu Rodrigues pediu exoneração da Secretaria de Cultura e Economia Criativa após reunião hoje pela manhã com o governador Ibaneis Rocha no Palácio do Buriti. Até o início da tarde, não estava definido quem assumirá o cargo deixado pelo jornalista, que ficou quatro anos à frente da Secec.
Bartolomeu Rodrigues deixa a Secretaria de Cultura com a certeza de que cumpriu a missão dada pelo governador e cobrada pela comunidade artística e pela sociedade brasiliense. Ele resgatou espaços culturais, dinamizou a indústria de espetáculos, promoveu eventos que atraíram público, enfim, literalmente deu show em gestão cultural.
A eficiência de Bartô nos quatro anos no comandando da política cultural do DF pode ser dimensionada numa única obra: a reforma do Teatro Nacional. O monumento ficou fechado e abandonado por 10 anos. A recuperação começou em dezembro de 2022 e deve ser concluída no segundo semestre de 2024. Bartô conseguiu R$ 55 milhões para a obra.
Armando Guerra
[email protected]

Marlene Galeazzi
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE para o Distrito Federal, registrou uma variação mensal de 0,28%.

Rodrigo Leitão
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Roberta D’Albuquerque é psicanalista, autora de Quem manda aqui sou eu – Verdades inconfessáveis sobre a maternidade e criadora do portal A Verdade é Que…
