
Obras na Avenida Bernardo Sayão bloqueiam acesso a condomínios no Guará Park
Trabalhos terão início nesta segunda-feira (20), para instalação de uma caixa de passagem de concreto armado no local

Sejus apresenta vídeo alusivo ao Dia Nacional do Orgulho Gay, celebrado neste sábado (25), pela defesa de uma sociedade mais igualitária e livre de preconceitos O Dia Nacional do Orgulho Gay, celebrado no dia 25 de março no Brasil, há alguns anos mobiliza milhares de pessoas em todo o país em prol da luta contra […]
Sejus apresenta vídeo alusivo ao Dia Nacional do Orgulho Gay, celebrado neste sábado (25), pela defesa de uma sociedade mais igualitária e livre de preconceitos
O Dia Nacional do Orgulho Gay, celebrado no dia 25 de março no Brasil, há alguns anos mobiliza milhares de pessoas em todo o país em prol da luta contra a homofobia. O movimento apoia a comunidade LGBTQIAP+ a ter orgulho da sua orientação sexual. Em alusão à data, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) preparou um vídeo institucional a respeito da temática, com o objetivo de promover a sensibilização da sociedade contra o preconceito e o respeito às diferentes orientações sexuais.
“Acredito que, a partir das ações de inclusão, poderemos conscientizar a população sobre o combate à LGBTfobia e assim mostrar que é justa toda forma de amor”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania
A partir deste sábado (25), os cidadãos que passarem pelos postos do Na Hora e também pela Rodoviária Interestadual de Brasília vão poder conferir o vídeo pelos monitores destes locais, e também pelo canal do Youtube da Sejus.
“Acredito que, a partir das ações de inclusão, poderemos conscientizar a população sobre o combate à LGBTfobia e assim mostrar que é justa toda forma de amor”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani. A titular da pasta complementa que, “a partir das políticas públicas propostas pela Sejus, queremos garantir mais proteção e amparo aos LGBTs”.
As políticas públicas da Sejus acerca do tema são baseadas na importância do combate à homofobia e pela defesa de uma sociedade mais igualitária e livre de preconceitos. Por meio da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (Subdhir) e sua Coordenação de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (Coorlgbt), a pasta tem como premissa básica promover o pleno exercício da cidadania.

Ações como elaboração e divulgação de materiais informativos; capacitações sobre a temática LGBTQIAP+; campanhas contra o preconceito e a violência a essa comunidade; e elaboração de normativos são propostas do órgão para a garantia dos direitos humanos e o exercício da cidadania do público LGBTQIAP+.
Por que “orgulho”?
A palavra orgulho é utilizada como antônimo de vergonha, que por muito tempo – e ainda hoje – gerou a opressão aos indivíduos LGBTQIAP+. O movimento teve início em 1969, após a Rebelião de Stonewall, e procurou promover principalmente o direito de ir e vir desta população, a sexualidade e identidade de gênero dos indivíduos com o objetivo de que não sintam vergonha de seus corpos, nem de sua orientação.
O evento histórico ocorreu em junho daquele ano, no bar Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, em Nova York, nos Estados Unidos. Na época, a homossexualidade era ilegal em vários estados americanos, e as pessoas LGBTQIAP+ enfrentavam discriminação, violência policial e opressão social.
Na madrugada do dia 28, a polícia invadiu o local, com o objetivo de prender seus frequentadores. A ação policial desencadeou uma série de protestos e revoltas por parte das pessoas que estavam nas proximidades do bar.
As manifestações e os confrontos com a polícia se estenderam por várias noites e foram liderados por ativistas LGBTQIAP+ que reivindicavam seus direitos e exigiam o fim da discriminação e da violência policial. A Rebelião de Stonewall marcou o início do movimento pelos direitos LGBTQ+ nos Estados Unidos e inspirou outras lutas por direitos civis ao redor do mundo.
É LGBT ou LGBTQIAP+?
A sigla cresceu a partir das vivências, experiências sociais e do entendimento de cada ser sobre si mesmo. No início da década de 1970, as discussões sobre o tema ganharam mais espaço. Como a representatividade dos homens gays sempre foi mais evidente, protagonizando o movimento da comunidade, a alteração para LGBT, com o L encabeçando a sigla, foi feita para dar mais visibilidade às mulheres lésbicas.
A pauta permanece a mesma: respeito e inclusão de pessoas com diferentes orientações sexuais e identidades de gênero. Ao longo dos anos, novos termos foram incluídos e a denominação LGBTQIAP+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros/trans/travesti, queer, intersexo, assexual, pansexual) passou a ser utilizada, embora a sigla não seja de total aceitação na sociedade civil.
Em 2008, foi realizada o primeira Conferência Nacional LGBT, e esta sigla é utilizada por políticas públicas, por ter sido unânime no encontro.
A subsecretária de Políticas de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Sueli Vieira, explica que a sigla LGBTQIAP+ ainda não abarca toda a diversidade. “Ela é viva e ao longo dos anos ainda terá alterações com base nas vivências de cada indivíduo.”
*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

Trabalhos terão início nesta segunda-feira (20), para instalação de uma caixa de passagem de concreto armado no local

Processo pode ser iniciado por edital de chamamento público ou por requerimento individual

Via foi reaberta na tarde desta sexta-feira (17)

Parque da Cidade, Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, W3 Sul, Estrada Hotéis e Turismo e Guará II serão impactados
