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Os 5,3 quilômetros da obra também estão em fase de drenagem e instalação de ciclofaixa A obra da duplicação da rodovia DF-250 está quase no fim. A terraplanagem e pavimentação do trecho de 5,3 Km foram concluídas e, agora, ocorre a instalação das sinalizações vertical e horizontal, meios-fios, drenagem e ciclofaixa. O trecho fica entre […]
Os 5,3 quilômetros da obra também estão em fase de drenagem e instalação de ciclofaixa
A obra da duplicação da rodovia DF-250 está quase no fim. A terraplanagem e pavimentação do trecho de 5,3 Km foram concluídas e, agora, ocorre a instalação das sinalizações vertical e horizontal, meios-fios, drenagem e ciclofaixa. O trecho fica entre a Estrada Parque Contorno (DF-001) e a Estrada Parque Tamanduá (DF-015), indo até o acesso ao Núcleo Rural de Sobradinho dos Melos.
Coordenada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), a intervenção viária mobilizou R$ 12.157.549,20, gerou 70 empregos e deve beneficiar cerca de 30 mil motoristas que circulam pelo local diariamente. O primeiro trecho da obra, com extensão de 3,3 Km, foi liberado em 23 de setembro. A entrega do restante da pista está prevista para ocorrer até a segunda semana de novembro.
Ontem (31/10), estavam sendo pintadas as novas faixas de pedestre, próximo às paradas de ônibus – serão dez sinalizações do tipo no trecho duplicado – e instalados os novos meios-fios. Também já foi iniciada a pavimentação da ciclofaixa, que terá 2,4 km de extensão. A implantação de iluminação pública ainda não começou a ser realizada, mas já foi solicitada à CEB – serão dez postes com luminárias LED.
Segundo o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur, a construção visa aumentar a mobilidade e segurança à população. “Todos os condomínios ficavam prejudicados com a execução de só uma pista de rolamento. As pessoas gastavam até 40 minutos para fazer um percurso de cinco quilômetros até o Paranoá”, afirma. Nacfur ressalta ainda que a duplicação, junto à obra do viaduto Itapoã/Paranoá e outras intervenções viárias, será fundamental para a eliminação completa de engarrafamentos. “É uma forma de resolver de vez a vida das pessoas, não só de veículos de passeio, mas também do transporte coletivo, valorizando a mobilidade sustentável”, completa o gestor.
A obra era uma demanda antiga. Antes, os veículos precisavam dividir uma pista de mão dupla, o que gerava muitos acidentes. “Era uma pista perigosa, com registro de muitos atropelamentos. A duplicação traz mais tranquilidade e segurança, diminuindo os acidentes no trânsito”, avalia o administrador do Itapoã, Raimundo Paes. “Quando priorizamos a mobilidade urbana, melhoramos a qualidade de vida das pessoas porque elas não precisam ficar em um trânsito pesado para chegar ao local de trabalho ou voltar para casa”, diz Paes.
O administrador do Paranoá, Júnior Carvalho, explica que a obra atende toda a região rural de Planaltina e do Paranoá e toda a área urbana do Itapoã e Paranoá, que, segundo ele, somam juntas cerca de 300 mil moradores. “É uma obra de relevante interesse coletivo”, frisa.

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