
Deputado Danilo Forte sofre infarto e passa por procedimento médico de urgência no Ceará
Parlamentar está estável e divulgou vídeo para agradecer apoio; candidato à reeleição, ele precisou se ausentar da convenção realizada ontem pelo PP

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre um pedido de deputados do PSOL para que a deputada Carla Zambelli (PL-SP) e o pastor Silas Malafaia sejam investigados por falas golpistas. A Procuradoria vai ter que avaliar se há […]
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre um pedido de deputados do PSOL para que a deputada Carla Zambelli (PL-SP) e o pastor Silas Malafaia sejam investigados por falas golpistas.
A Procuradoria vai ter que avaliar se há indícios para a abertura de uma investigação formal contra os dois ou se o caso é de arquivamento.
O PSOL afirmou ao STF que Zambelli e Malafaia instigaram as Forças Armadas a um golpe de estado contra posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Os deputados do partido pedem que eles sejam investigados por esses fatos no inquérito que apura a atuação de uma milícia digital contra a democracia.
Em um vídeo, Zambelli questionou se generais de quatro estrelas “vão querer prestar continência a um bandido”. “Dia 1º de janeiro, senhores generais quatro estrelas, vão querer prestar continência a um bandido ou à nação brasileira? Não é hora de responder com carta se dizendo apartidário. É hora de se posicionar. De que lado da história vocês vão ficar?”, questionou a parlamentar.
No mesmo dia, o pastor Silas Malafaia pediu que o presidente Jair Bolsonaro convocasse as Forças Armadas para fazer uma intervenção no país: “Senhor presidente Jair Messias Bolsonaro, o senhor é o presidente legal em exercício, o senhor tem poder de convocar as Forças Armadas para botar ordem na bagunça”. O pedido de investigação diz que a conduta dos dois coloca em risco a democracia.
Por maioria de votos, o plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve decisão do ministro Dias Toffoli, que negou o prosseguimento da ação apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o ministro Alexandre de Moraes. Com a definição da maioria, o pedido feito pelo mandatário deve ser arquivado nos próximos dias. Bolsonaro havia apresentado, em maio, uma a notícia-crime contra Moraes, alegando suposto abuso de autoridade por parte do ministro. Com a negativa de Toffoli, ele recorreu.
O principal argumento do presidente da República foi o de que o chamado inquérito das fake news, no qual é investigado, não se justifica. Toffoli, responsável por determinar a abertura do inquérito em março de 2019, quando estava à frente da presidência do Supremo, disse que a notícia-crime apresentada por Bolsonaro se debruça sobre atos que já foram apreciadas e sedimentadas pelo plenário da Corte – como a própria validação da apuração, por 10 votos a 1, em 2020. Na mesma decisão, Toffoli também determinou a retirada do sigilo do processo.
Os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Rosa Weber e André Mendonça votaram para rejeitar recurso de Bolsonaro contra decisão do ministro Dias Toffoli. O ministro Alexandre de Moraes se declarou impedido. O único a apresentar divergência foi o ministro Nunes Marques. Para ele, compete ao Ministério Público a apreciação inicial da existência de elementos indiciários mínimos a justificar o pedido de investigação.

Parlamentar está estável e divulgou vídeo para agradecer apoio; candidato à reeleição, ele precisou se ausentar da convenção realizada ontem pelo PP

Milei criticou políticas sociais de Lula durante evento de campanha de Flávio Bolsonaro

Exibição no sábado já foi alvo de representação de parlamentares petistas e especialistas consideram que há riscos de punições para a candidatura de Flávio Bolsonaro e até para o próprio ex-presidente, que está preso

Evento no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista ocorrerá no mesmo dia previsto para o primeiro debate da disputa eleitoral deste ano, realizado pela Band
