
Defesa de Bolsonaro protocola revisão criminal no STF para anular condenação
Defesa argumenta que houve “erro judiciário”

Lista vai de Sara Winter a Roberto Jefferson, incluindo as duas últimas prisões determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Escalada de provocações tensiona ambiente às vésperas das manifestações do Dia da Pátria Na contagem regressiva para as manifestações do Sete de Setembro, as redes sociais de apoiadores do presidente Bolsonaro percebem como provocação os recentes […]
Lista vai de Sara Winter a Roberto Jefferson, incluindo as duas últimas prisões determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Escalada de provocações tensiona ambiente às vésperas das manifestações do Dia da Pátria
Na contagem regressiva para as manifestações do Sete de Setembro, as redes sociais de apoiadores do presidente Bolsonaro percebem como provocação os recentes pedidos de prisão autorizados pelo ministro do STF Alexandre de Moraes e contabilizam os detidos. Seriam 13 os “presos políticos”, segundo listam.
“Sigam os presos políticos”, proclamam, apontando 7 deles que ainda mantêm páginas na internet. “Os demais estão sem redes sociais devido às perseguições políticas”, publica o “Chega de Censura”, em sua postagem no instagram.
A lista de “presos políticos”, de acordo com a publicação, inclui: Jurandir, Bronze, Sara Winter, Erica Viana, Arthur Castro, Emerson Mitoshow, Renan Souza, Daniel Miguel, Oswaldo Eustáquio, Daniel Silveira, Roberto Jefferson, Wellington Menezes e Zé Trovão. Estes dois últimos tiveram a prisão decretada nesta sexta-feira pelo ministro Alexandre de Moraes. Todos são acusados de incentivar ataques violentos contra as instituições e estimular agressões contra membros do Judiciário ou do Legislativo.
Em discurso nesta sexta, Bolsonaro declarou que as manifestações do Sete de Setembro significarão um “ultimato” a dois ministros do STF. E indicou que poderá fazer o mesmo, se insistirem em “jogar fora das quatro linhas da Constituição”. O presidente não nominou os ministros, mas publicamente mantém críticas a Alexandre de Moraes e Roberto Barroso, também presidente do TSE.

Defesa argumenta que houve “erro judiciário”

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