Olho na Caesb

Foi só verem mantido o veto presidencial à previsão de manutenção ou renovação dos contratos em vigor com as empresa de abastecimento de água, incluída no Marco legal de Saneamento, que os arautos da privatização da Caesb ficaram animados. Se o veto fase derrubado, contratos seriam renovados dando mais 30 anos de sobrevida e manutenção do monopólio de diversas empresas. Agora, algumas privatizações devem sair definitivamente do papel, a começar pela Cedae, no Rio de Janeiro, e as de Alagoas e Ceará.

 

Olho Na Caesb II

Há um porém que alimenta o discurso da turma que quer segurar a Caesb. Enquanto empresas como as dos estados acima citados, ainda estão longe de garantir abastecimento, e principalmente saneamento básico, universalmente às suas populações, o que representa a necedade de vultuosas investimentos nos próximos anos, a empresa do DF chega próximo a mais de 90% de atendimento, o que significa que, pelo menos em curto prazo, não ha necessite de grandes aportes. Por isso, ela interessa tanto e por isso há tantos que rejeitam a ideia de privatiza-la

 

Olho na Caesb III

O Governador Ibaneis não descarta a ideia de passar a empresa nos cobres, mas admite publicamente que não é essa sua prioridade. Após a venda da Distribuidora da CEB, a meta seria o Metro, deficitário e necessitando de altos investimentos para atender dignamente à população.

 

Campanha pelo delivery

A Abrasel do DF está organizando uma campanha de mobilização com entidades parceiras visando promover a compra por delivery. A associação acredita que o processo de lockdown deve se estender por mais tempo do que previa e vê o serviço de entregas como uma única alternativa para manter centenas de estabelecimentos ainda abertos

 

Estudo para exportações

No próximo dia 30 de março, às 16h, via plataforma Zoom, será apresentado o estudo “Perfil e Oportunidades de Exportações e Investimentos do Distrito Federal 2021”. O evento online é organizado pela Apex- Brasil, em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Federação das Indústrias do DF (Fibra),

 

Explodiu o botijão

A barreira dos R$ 100 por botijão de gás já foi rompida. Mas o pior ainda não chegou. Estudos de empresas distribuídoras preveem reajuste de até 35% em maio, diante de variantes econômicas como preço do petróleo e do transporte.  Os mais pessimistas acreditam que, até o final do ano, o botijão pode chegar a R$ 150.

 

Construção preocupada

Ainda não chega ser tensa a situação, mas diversa incorporadoras verem com certa apreensão a decisão do banco Central e elevar a taxa Selic em 0,75 pontos com viés de novas altas. O motivo é o efeito cascata que essa e outras majorações na taxa acarretam nos juros de financiamentos. Exatamente quando os setor vivia uma recuperação.

 

Chips em falta

Depois do setor automobilístico, outros segmentos, como o de produtos de informática e o de celulares, estão sentindo a falta de chips no mercado. A Samsung acaba de adiar o lançamento de seu novo aparelho top de linha porque não está encontrando o componente vital. Outras empresas também estão reclamando da falta de peças, o que vai acabar empurrando os preços, em dólar, para as alturas. Imaginem em reais…

 

bsbagora@gmail.com

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