Foto: Vladimir Gerdo/TASS.No use Russia

Mistério da Sputnik V

Será que existe alguém que possa explicar qual a dificuldade de o Instituto Gamaleya enviar a documentação da sua vacina Sputnik V para a Anvisa. Até o presidente Jair Bolsonaro já ligou para o presidente da Rússia, Vladimir Putin, para falar sobre a aquisição da vacina. Só que até o momento a Anvisa recebeu apenas 55% da documentação exigida. Já existem várias especulações de que a Neo Química, representante no Brasil da vacina, estaria interessada em vender um lote da vacina para depois financiar a pesquisa – exigência da Anvisa – no Brasil. Outras versões indicam que o laboratório tenta por meio de lobby entre os políticos – governadores principalmente – atropelar a Anvisa.

 

Polícia Federal

A rapidez com que o novo ministro da Justiça, Anderson Torres, fez as alterações na Polícia Federal fez alguns políticos comentarem de que tudo parecia já estar “pronto”. Faltava só a indicação. A nomeação do delegado Paulo Maiurino como diretor-geral da Polícia Federal, no lugar do delegado Rolando de Souza, vai desencadear mudanças na maioria das superintendências da PF.

 

Dossiê

Adversários do ministro da Economia, Paulo Guedes, estão preparando um dossiê de promessas não cumpridas. A ideia é mostrar que “quando era poderoso”, Guedes prometeu muito, mas não conseguiu cumprir muitas promessas.

 

Impeachment

O avanço letal da pandemia no Brasil tem provocado o aumento de pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Tanto que a Câmara registrou até a última terça-feira o registro de 107 pedidos. Só que até o momento o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não pensa em colocar nada na pauta.

 

Armas

Uma votação no Senado amanhã pode derrubar quatro decretos do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizam o acesso a armas e munições no país. Caso não sejam anuladas, as novas normas entram em vigor na semana que vem.

 

Mais força

Dentro do serpentário político do DF, a chegada da deputada Flávio Arruda (PL-DF) ao governo de Jair Bolsonaro   pode promover alterações no jogo político para 2022. Aliada do governador do DF, Ibaneis Rocha, a tese é a de que ocupando a Secretaria de Governo a deputada terá mais força dentro do jogo político do DF de agora em diante.

 

Fritura

Alguns observadores sempre dizem que de bobo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, só tem o olhar e o andado. Tanto que para permanecer no cargo já articula uma aproximação com o Centrão, que já demonstrou interesse pela sua pasta. Só para lembrar, Salles continua na linha de tiro do Centrão.

 

Candidato no AM

O ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, pode aparecer como candidato ao governo do Amazonas nas eleições de 2022. E certamente contaria com o apoio do presidente Jair Bolsonaro. O assunto já está sendo especulado por alguns políticos de Manaus.

 

DNIT

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, quer recuperar o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que comandou durante o governo de Dilma Roussef. Só para lembrar o DNIT foi palco de muitos escândalos em governos passados.

 

Impensável

Apesar de já ter feito muitos movimentos indicando tal vontade, alguns militares respeitados dentro da caserna garantem que a ideia de um possível golpe militar por parte do presidente Jair Bolsonaro é algo impensável. Alguns garantem o que único inimigo próximo a ser combatido com toda força é o Covid-19 e ponto final.

 

Lockdown

Como o presidente Jair Bolsonaro não admite lockdown, a solução usada por vários países do mundo para conter o crescimento dos casos de Covid-19, o Brasil vai batendo recordes diários em termos de pandemia. Só para se ter uma ideia, o Brasil experimentou nos seis primeiros dias de abril um triste recorde: o país registrou 11.774 nascimentos e 12.181 óbitos, um total de 407 mortes a mais que o de nascimentos.

 

Aliança em GO

Não é exagero dizer que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), já trabalha nos bastidores para tentar atrair o MDB para integrar uma futura aliança para as eleições de 2022. A ponte de uma possível aliança teria como interlocutor o ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende. Talvez o desembarque do MDB da Prefeitura de Goiânia possa dar uma empurrada nas conversações.

 

Carlos Honorato
pontofinal@carloshonorato.com.br

 

 

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