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Todas as UBSs oferecem o contraceptivo a meninas e mulheres de 14 a 49 anos
Mais 12 mil unidades do implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (Implanon) chegaram às Unidade Básicas de Saúde (UBSs) do Distrito Federal. O novo lote soma-se às remessas anteriores disponibilizadas previamente pelo Ministério da Saúde (MS), de 15,6 mil dispositivos.
O Implanon é o mais recente método contraceptivo incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por não depender de uso diário ou contínuo, como ocorre com anticoncepcionais orais ou injetáveis, é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo.
A rede pública de saúde do DF começou a ofertar o método em fevereiro. Mais de sete mil usuárias entre 14 e 49 anos já foram beneficiadas pela inserção do Implanon, que ocorre em todas as UBSs.
No DF, os resultados da política pública com foco na Saúde da Mulher mostraram-se positivos. “Temos tido uma procura expressiva pelo Implanon, até acima do que esperávamos”, relata a referência técnica em Saúde da Mulher no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS) da Secretaria de Saúde (SES-DF), Viviane Albuquerque.
Segundo a especialista, nos países desenvolvidos, cerca de 20% da população feminina em idade fértil faz uso de algum método contraceptivo reversível de longa duração (Larc, na sigla em inglês). A longo prazo, a proposta é favorecer a oferta a todo esse público.
Como opções de Larc, o SUS disponibiliza tanto o Implanon quanto o dispositivo intrauterino (DIU). Além desses, a SES-DF oferece preservativos, pílulas e injeções anticoncepcionais, além de procedimento cirúrgico de esterilização permanente.
A escolha por um ou outro método é feita em decisão compartilhada com o profissional de saúde. Para o aconselhamento integral, deve-se procurar a equipe de Saúde da Família na UBS de referência, localizada por meio do CEP residencial.

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