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A comunidade de Ceilândia agora pode contar com mais um espaço de acompanhamento psicossocial dos envolvidos em situação de violência doméstica e familiar
Com serviços de atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade e orientação de homens envolvidos em episódios de violência. Nesta terça-feira (5), a nona unidade do Espaço Acolher foi inaugurada nem Ceilândia, a 15ª do Distrito Federal. A entrega faz parte do calendário Março Mais Mulher.
Com investimento de R$ 121.648,77 do Governo do Distrito Federal (GDF), o espaço atende homens e mulheres das 8h às 18h, com acesso livre a todos. Os casos podem ser agendados tanto de forma espontânea como por encaminhamento do Ministério Público.
Antes chamados de Núcleos de Atendimento à Família e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavds), as demais unidades do Espaço Acolher estão no Plano Piloto, Brazlândia, Gama, Paranoá, Planaltina, Santa Maria, Sobradinho e Samambaia.
O Espaço Acolher recebe homens e mulheres que procuram o serviço espontaneamente ou por encaminhamento do Ministério Público | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília
De acordo com a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o novo espaço reforça a determinação do governo de aproximar cada vez mais os equipamentos públicos da comunidade, em especial nas regiões administrativas.
“A gente quer ampliar porque não existe política pública em apoio a mulheres se a gente também não conversar e fazer o atendimento psicossocial com os homens”, explicou Giselle, frisando que, anteriormente, os homens eram encaminhados ao espaço pela Justiça, mas atualmente podem buscar de forma espontânea orientação e ajuda para mudanças de comportamentos agressivos.
Unidade móvel do Hemocentro ofereceu serviço de doação de sangue na inauguração do Espaço Acolher
Durante a inauguração, foram oferecidos exames de HPV e informações sobre prevenção do câncer de colo do útero e auriculoterapia, realizados pela Fiocruz, além de corte de cabelo masculino e doação de sangue na unidade móvel do Hemocentro.
A dona de casa Aracoele Gonçalves de Oliveira, 60 anos, soube do evento pela internet e participou da doação de sangue. Ela mora em Ceilândia e elogiou o novo espaço do GDF. “Sinto que a mulher está sendo mais valorizada e nós podemos crescer e lutar pela nossa classe. Além disso, fui muito bem atendida e acolhida aqui na doação, e olha que tenho pavor de agulha”, declarou.
Luana Reis considera o local “muito importante para ir contra aquele preconceito que as pessoas têm, de que a mulher só deve ficar dentro de casa”
A autônoma Luana Reis, 39, também foi uma das doadoras de sangue do dia e ficou sabendo do evento por meio das redes sociais. Para ela, o novo espaço representa uma voz para as mulheres. “É muito importante para ir contra aquele preconceito que as pessoas têm, de que a mulher só deve ficar dentro de casa fazendo as coisas, e mais tudo que a gente vive e às vezes se cala. Agora não, a gente pode, a gente tem voz”, observou.
Uma apresentação de autodefesa também fez parte do evento de abertura. Fruto de uma parceria entre a Secretaria da Mulher e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Projeto Autoproteção Feminina ensina defesa pessoal em situações extremas que podem ocorrer no dia a dia de qualquer mulher, como assédios ou tentativas de estupro.
Nesta semana, um dia de curso será ministrado na Casa da Mulher Brasileira para servidoras. Segundo a idealizadora do projeto e agente da PRF Vanessa Felix, a ideia é expandir o curso interno da PRF para a comunidade, trazendo um trabalho preventivo, para que elas não se tornem uma potencial vítima.
“A violência doméstica, a importunação sexual e o assédio estão aumentando. É necessário trazer uma mudança de mentalidade, como as mulheres podem fazer para evitar situações de perigo. A autoestima faz toda a diferença também, então é importante ter uma parte teórica, de estudos de casos, para que elas saibam identificar e como se comportar se acontecer”, reforça a policial.
Capital repete a façanha em 2025 e lidera na o ranking de municípios mais sustentáveis
Cadastro de interessados será nesta quinta (3), no subsolo da sede do Instituto Brasília Ambiental, na Asa Norte, das 9h às 17h
Prevista para durar das 9h às 15h, na Avenida Ponte Alta, quadra 404, interrupção é necessária para garantir a segurança dos profissionais e da população
A maior parte desse montante, quase R$ 24,5 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio