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Alessandro Vieira foi dos monitorados pela estrutura paralela que vigorou na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que o ato de espionar pessoas é algo comum ao que ele chamou de “regimes autoritários”. As investigações da Polícia Federal sobre o monitoramento ilegal realizado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro apontam que foram alvos da ferramenta autoridades dos poderes Judiciário e Legislativo, com o objetivo de obter vantagens políticas, além de um ex-presidenciável e jornalistas. Vieira foi um desses alvos, de acordo com a PF.
— Espionar opositores e independentes é um mantra de regimes autoritários. Continuamos com enormes problemas nos Brasil, mas ao menos a ameaça de golpe de Estado foi afastada — disse Vieira ao GLOBO.
Na ação de hoje, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nas cidades de Brasília, Curitiba, Juiz de Fora (MG), Salvador e São Paulo. O uso do programa espião FirstMile foi revelado pelo GLOBO.
De acordo com o o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do processo, em relação ao monitoramento de membros do Poder Judiciário, a Polícia Federal trouxe diversos diálogos entre os investigados Giancarlo Gomes Rodrigues e Marcelo Bormevet indicando possíveis ações clandestinas contra o próprio ministro e o presidente atual da Corte, Roberto Barroso, com o escopo de questionar a credibilidade do sistema eleitoral.
Ainda, conforme relatado pela PF, a difusão de desinformação em grupos infiltrados pela estrutura paralela da Abin afetou também o ministro Dias Toffoli.
Em relação ao Poder Legislativo, foram identificadas ações clandestinas para “caçar podres” do Deputado Federal Kim Kataguiri (inclusive contra os seus assessores), ocasião em que se descobriu que em momento anterior também foram realizadas ações contra o deputado federal Arthur Lira.

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