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Ações nos 30 minutos iniciais dos sintomas são essenciais. Prevenção está na redução de fatores de risco como diabetes, pressão alta, cigarro e sedentarismo A obstrução ou rompimento de vasos que impede a circulação sanguínea no cérebro é a causa do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apesar de súbita, é possível identificar a condição no momento […]
Ações nos 30 minutos iniciais dos sintomas são essenciais. Prevenção está na redução de fatores de risco como diabetes, pressão alta, cigarro e sedentarismo
A obstrução ou rompimento de vasos que impede a circulação sanguínea no cérebro é a causa do Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apesar de súbita, é possível identificar a condição no momento em que ocorre por meio de alguns sinais visíveis: fraqueza em metade do corpo, diminuição da sensibilidade, perda repentina da visão de um olho e alteração na fala e na face.
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O AVC está ligado a fatores de risco das doenças vasculares como pressão e colesterol altos, diabetes, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, sendo a idade também diferencial. Por ser uma condição repentina, a prevenção é essencial, segundo a neurologista da Secretaria de Saúde (SES-DF), Adriana Barros. “Caso tenha pressão alta, deve-se manter o controle regular da pressão arterial com visitas regulares ao médico de família, por exemplo. É importante se atentar também à glicose controlada, parar de fumar, fazer uso moderado do álcool. Outra forma, é realizar atividade física, pois ela aumenta o colesterol bom, a função cardiopulmonar e melhora a saúde vascular”, elenca.

Primeiros 30 minutos
A neurologista afirma que, no Brasil, o AVC é a primeira causa de incapacidade e a segunda de mortalidade, Os dados alertam para a urgência em abordar o tema, que tem a data 29 de outubro como seu dia mundial. Divulgar o reconhecimento rápido dos sintomas pode refletir diretamente na extensão das sequelas e na capacidade de reabilitação. Por isso, os primeiros 30 minutos são cruciais.
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“Se, ao sorrir, o rosto da pessoa estiver puxando apenas para um lado; se, ao levantar o braço, ela não consegue mantê-lo no alto; se a fala sair estranha, arrastada; é preciso correr e ligar para o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, número 192] imediatamente”, alerta Barros.

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O Samu irá orientar e direcionar ao hospital. Nos casos agudos, a unidade de referência é o Hospital de Base do DF. Já para a prevenção de doenças vasculares cerebrais, o primeiro caminho a seguir é buscar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). É possível encontrar a UBS de referência, de acordo com o local de moradia, clicando aqui.

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