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PL ainda tenta reverter candidatura de Marcos Pontes, que gerou desconforto com o ex-presidente e seu partido que oficialmente apoiam Alcolumbre

Marcadas para o próximo sábado, primeiro de fevereiro, as eleições para a Presidência da Câmara dos Deputados têm três candidaturas colocadas até agora — Davi Alcolumbre (União-AP), Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE) devem disputar a preferência dos parlamentares.
Apoiado pelo atual presidente, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), Alcolumbre é o favorito, mas ele enfrenta uma resistência isolada de lideranças da direita.
Apesar de ter o apoio formal do PL, que negocia a primeira vice-presidência com ele, o senador do União Brasil deve enfrentar o ex-ministro de Ciência e Tecnologia do governo de Jair Bolsonaro (PL), Marcos Pontes. Pontes ter se colocado à disposição do cargo irritou Bolsonaro, que o chamou de “ingrato”.
Em entrevista à Revista Oeste, na semana passada, o ex-presidente explicou que o partido não quer ter repetir o mesmo erro que cometeu em 2023, quando fracassou ao lançar Rogério Marinho. Sem compor com o presidente vencedor, o PL ficou sem espaço na mesa diretora.
Em meio a esta crise, articuladores ainda tentam frear Pontes, que vem reiterando sua candidatura quase que diariamente.
— Eu como presidente do Senado quero trazer de volta o prestígio da Casa. Vou tomar providências como colocar os processos mais complicados em votação. O plenário é soberano. Outro ponto é ouvir mais a população. Então contem comigo, eu sou candidato — disse, neste domingo.
Na mesma toada que Pontes, outro apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro resolveu se candidatar. Eduardo Girão, do Partido Novo, tem como campanha a promessa de que vai pautar pedidos de impeachment e a anistia para os réus dos ataques antidemocráticos do oito de janeiro.
Segundo Girão, Alcolumbre decepcionou quando foi presidente do Senado entre 2019 e 2021:
— Ele apequenou o Senado permitindo uma invasão cada vez maior de competências por parte do Poder Judiciário, principalmente, gerando um caos institucional e levando o Brasil a insegurança jurídica — opinou.

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