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O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

A discussão e análise da Medida Provisória (MP) do Bolsa Família vai começar efetivamente somente na terça-feira (18), quase uma semana após as outras duas MPs do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que tiveram a tramitação iniciada no Congresso. Apesar da demora, governistas apostam no consenso para conseguir aprová-la a tempo. O prazo […]
A discussão e análise da Medida Provisória (MP) do Bolsa Família vai começar efetivamente somente na terça-feira (18), quase uma semana após as outras duas MPs do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que tiveram a tramitação iniciada no Congresso.
Apesar da demora, governistas apostam no consenso para conseguir aprová-la a tempo. O prazo inicial de 60 dias, prorrogável uma vez pelo mesmo período, é em 30 de abril. A comissão da MP do Bolsa Família foi instalada na terça (11), com o líder do PT no Senado, Fabiano Contarato (PT-ES), escolhido presidente do colegiado. No entanto, o relator só deve ser concretizado dia 18.
Uma reunião estava prevista para a quinta-feira passada (13) pela manhã, mas não aconteceu pela falta de definição do nome para a relatoria, que, em princípio, veio algum tempo depois. Após encontro de líderes da Câmara, o líder do PT na Casa, Zeca Dirceu (PR), afirmou que o deputado Dr. Francisco (PT-PI) foi o nome acordado à função.
À reportagem, Dr. Francisco disse que pretende apresentar um plano de trabalho com cronograma na próxima terça e não apostar em grandes divergências. Sua opinião é partilhada por outros governistas ouvidos pela reportagem. A argumentação é que o Bolsa Família é um programa social pré-existente dos governos petistas e até mesmo da gestão de Jair Bolsonaro (PL), ainda que com outro nome. Ainda, que tem um viés social que não é negado ou questionado pelos parlamentares, inclusive pela oposição. Portanto, avaliam ser um tema mais consolidado e consensual.

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