
Angelina Jolie revela que não namora desde término com Brad Pitt: ‘Talvez a vida tenha me quebrado um pouco’
Aos 51 anos, atriz diz que dedicou a última década aos filhos e afirma que agora busca redescobrir quem era antes

Em entrevista ao videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, ator diz que ‘nunca morreu tanto’ após gravar diversas versões do fim de Arthur Brandão na novela das 21h e comenta relação com Bruno Fagundes: ‘Quero que seja feliz nas opções dele’

Antonio Fagundes nunca morreu tanto. Foi o que ele disse sobre as diversas cenas gravadas para dar conta do fim de Arthur Brandão, seu personagem na novela das 21h, “Quem ama cuida”. Em entrevista à jornalista Maria Fortuna, no videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, que vai ao ar nesta segunda (29) às 9h, no Youtube do Jornal OGLOBO e no Spotify, o ator concordou que a morte do empresário foi suspeitíssima e deu seu palpite sobre uma possível volta dele à novela.
Durante o bate-papo, ele também falou sobre a peça “Dois de nós”, com que comemora seus 60 anos de carreira, ao lado de Christiane Torloni, Alexandra Martins (sua companheira há quase 20 anos) e Thiago Fragoso, além do processo de desconstrução após descobrir que o filho, Bruno Fagundes é gay. Leia trecho:
Nunca morri tanto na minha vida (risos). Acho que não tem chance de ele voltar, mas Walcyr (Carrasco, o autor) gosta dessa coisa meio espírita… De repente, pode voltar um fantasminha, um flashback, não sei…
Misógina… Esse é um dos méritos do Gustavo Pinheiro: discutir essa evolução do homem de 30 anos pra cá. Essa evolução que alguns homens se permitiram passar, deixar aquele machismo tóxico de lado e começar a entender que é possível ser sensível, observar o mundo com mais tranquilidade e deixar de lado alguns preconceitos, nos quais a gente foi criado. Qualquer pessoa pode se modificar. No passado a gente não consegue mexer, mas podemos mexer no presente e fazer com que o futuro seja melhor.
Fomos criados dentro dessa sociedade horrível, dentro do machismo, da misoginia, do patriarcalismo, da homofonia, do sexismo, do etarismo. Mas tive uma facilidade por ter começado a fazer teatro muito pequeno, oportunidade de discutir tudo isso a partir dos 12. A cabeça foi abrindo ao longo dessas décadas todas. Bruno pegou, mas já menos do que eu, um pouco dessa carga;. E o receio que ele teve no começo veio daí. Mas foi uma coisa que em dois minutos de conversa se resolveu. Quero que seja feliz nas opções dele, que seja o ser humano lindo que é.

Aos 51 anos, atriz diz que dedicou a última década aos filhos e afirma que agora busca redescobrir quem era antes

Análise de João Acuio destaca influência da Lua, vê vantagem diante dos asiáticos e explica por que comando será determinante

Público percebe retirada da marca patrocinadora próxima ao telão, levantando especulações nas redes sobre possível motivação

Veja o que os astros revelam para a segunda-feira (29) de cada nativo do zodíaco
