
Anvisa autoriza retomada na fabricação de produtos de limpeza da Unilever
Inspeção constatou as correções das não conformidades
Condição rara causa o acúmulo de gordura nas células e afeta órgãos como rins, coração e sistema nervoso

Um novo medicamento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Utilizado para tratar a doença de Fabry, o fármaco Elfabrio (nome comercial da alfapegunigalsidase) é indicado para adultos que fazem terapia de reposição enzimática (TRE) de longa duração.
A condição rara é uma doença genética lisossômica causada pela deficiência da enzima α-galactosidase A, resultando no acúmulo de globotriaosilceramida (Gb3) em diversos tecidos e órgãos.
Dentre as manifestações da doença de Fabry, estão: insuficiência renal, doença cardíaca, doença cerebrovascular, neuropatia periférica, perdas sensoriais, perda auditiva, lesões de pele típicas (angioqueratomas), distúrbios gastrointestinais, como diarreia e dor abdominal.
“Elfabrio funciona como um substituto de longa duração para essa enzima, a alfagalactosidase. O medicamento catalisa a quebra, ajuda a sua eliminação e contribui para prevenir a progressão de problemas cardíacos e da insuficiência renal. O produto é uma solução estéril para diluição, com frasco de 10 ml, aplicada por meio de infusão intravenosa”, explica a Anvisa, em nota.
BS20261006121203.1 – https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/10/06/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-tratamento-da-doenca-de-fabry.ghtml

Inspeção constatou as correções das não conformidades

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O Plenário realiza sessões para debater a PEC 221/2019 nesta terça-feira (6), na quarta (7) e na quinta-feira (8) a partir das 14h.

Organizada pela Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília, será aberta nesta quarta-feira (7) e permanecerá até o final do mês na CLDF