
GDF conclui primeiro ciclo de 2026 do RenovaDF com a diplomação de 955 alunos
Formação uniu qualificação profissional e recuperação de 200 espaços públicos em 12 regiões administrativas; desde sua criação, o programa já formou 31,3 mil pessoas

Pacientes devem verificar volume e áreas adequadas para aplicação

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou na quinta-feira (12) para os riscos à saúde do uso indevido de preenchedores de pele, como a hidroxiapatita de cálcio, o ácido hialurônico, o poli-L-ácido lático (PLLA) e os preenchedores permanentes à base de polimetilmetacrilato (PMMA). 

As substâncias são injetáveis e regularizadas como dispositivos médicos de risco alto e máximo. Esses produtos só podem ser comercializados se possuírem registro na Anvisa.
“A aplicação de preenchedores dérmicos em regiões anatômicas não indicadas e em quantidades não previstas nas instruções de uso dos produtos, conforme as especificações estabelecidas pelos fabricantes, pode causar danos à saúde com consequências clínicas incapacitantes ou de difícil manejo”, diz a Anvisa, em nota.
Entre os efeitos considerados graves, há relatos de embolia pulmonar, deficiência visual temporária e permanente por oclusão vascular. Além disso, há relatos de complicações sistêmicas como inflamação granulomatosa (tipo crônico de resposta imune), nível elevado de cálcio no sangue, cálculo renal, e insuficiência renal com necessidade de hemodiálise.
A Anvisa recomenda que, antes de realizar o procedimento, os pacientes devem verificar as áreas do corpo e os volumes permitidos para a aplicação adequada, descrita nas instruções de uso do produto.
É indicado, ainda, procurar a orientação de um profissional de saúde, antes de iniciar o plano de tratamento. Em caso de sinal ou sintoma de complicação, o paciente deve procurar assistência profissional qualificada.
“É indispensável verificar se o produto está regularizado, o serviço autorizado e o profissional qualificado. É fundamental entregar o cartão de rastreabilidade do produto utilizado ao paciente e manter uma cópia no prontuário. Em caso de suspeita de evento adverso associado ao uso do produto, o problema pode ser relatado à Anvisa”, diz a agência.
Para denunciar produtos irregulares ou produzidos por empresas não licenciadas pela agência, basta acessar o sistema Fala.BR da Ouvidoria da Anvisa.

Formação uniu qualificação profissional e recuperação de 200 espaços públicos em 12 regiões administrativas; desde sua criação, o programa já formou 31,3 mil pessoas

Com investimento de R$ 1,5 milhão, unidade passa a contar com 10 leitos modernizados, sistema de monitoramento em tempo real e destaque para a humanização do atendimento

Reunião com secretários também discutiu cadastro integrado e projeto de acolhimento humanizado com internação involuntária em casos previstos em lei

Serão analisados eventos adversos, benefícios e riscos do imunizante
