
Rombo nas contas do Governo Central totalizam R$ 61,7 bilhões em 2025
Déficit teve aumento real de 32,3% em relação a 2024

O projeto chegou a enfrentar resistência entre os distritais e muitas críticas foram feitas ao Instituto Em sessão ordinária na tarde desta quarta-feira (4), a Câmara Legislativa, aprovou o projeto de lei 2056/21, do Executivo, que abre crédito suplementar ao Orçamento no valor de R$ 107,5 milhões. Os recursos serão destinados ao pagamento de pessoal …
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O projeto chegou a enfrentar resistência entre os distritais e muitas críticas foram feitas ao Instituto
Em sessão ordinária na tarde desta quarta-feira (4), a Câmara Legislativa, aprovou o projeto de lei 2056/21, do Executivo, que abre crédito suplementar ao Orçamento no valor de R$ 107,5 milhões. Os recursos serão destinados ao pagamento de pessoal e insumos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF). A proposta foi aprovada em segundo turno e redação final, com 16 votos favoráveis e os votos contrários dos deputados Leandro Grass (Rede) e Prof. Reginaldo Veras (PDT). E segue agora para a sanção do governador Ibaneis Rocha.
Foto: Bruno Sodré/CLDF
O projeto chegou a enfrentar resistência entre os distritais e muitas críticas foram disparadas contra o Instituto. Mas o líder do governo, deputado Hermeto (MDB), explicou que os recursos serão usados para o pagamento de cerca de 6 mil funcionários do IGESDF, entre eles médicos, enfermeiros e demais profissionais das unidades de saúde administradas pela instituição.
Os deputados Leandro Grass (Rede), Arlete Sampaio (PT), Chico Vigilante (PT), Prof. Reginaldo Veras (PDT) e Fábio Felix (PSOL) criticaram duramente a atuação do Instituto, citaram denúncias de corrupção e defenderam sua extinção. Já o deputado Delmasso (Republicanos) defendeu o modelo de gestão e ponderou que se a suspeita de corrupção justificasse a extinção do IGES, então a secretaria de Saúde também deveria acabar, assim como vários outros órgãos. Para ele, o modelo desburocratiza e eventuais erros podem ser corrigidos.
Um artigo no projeto original permitia ao governador remanejar recursos do Fundo de Saúde do DF, sem a aprovação da CLDF. Mas o texto foi suprimido do projeto com a aprovação de uma emenda supressiva apresentada pelo deputado Eduardo Pedrosa (PTC).
Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

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