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A bancada do PT informou nesta quinta-feira (26) que apoiará o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na disputa pela presidência do Senado. O anúncio foi feito após uma reunião dos senadores petistas, em Brasília. A eleição para presidente do Senado está marcada para 1º de fevereiro e, além de Pacheco, devem disputar os senadores Rogério Marinho […]
A bancada do PT informou nesta quinta-feira (26) que apoiará o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na disputa pela presidência do Senado. O anúncio foi feito após uma reunião dos senadores petistas, em Brasília. A eleição para presidente do Senado está marcada para 1º de fevereiro e, além de Pacheco, devem disputar os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Eduardo Girão (Podemos-CE).
Segundo o senador Fabiano Contarato (PT-ES), líder da legenda, um dos motivos que levaram o PT a apoiar Pacheco foi a postura dele em defesa da democracia durante os atos terroristas de 8 de janeiro e dos atos antidemocráticos de 7 de setembro do ano passado.
“O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, demonstrou um comportamento em defesa da democracia irrefutável. Eu acho que o melhor terreno para plantar e colher direitos é a democracia. Então, em momentos decisivos, ele, como presidente do Senado, teve uma atuação firme. […] Então, neste momento, a bancada do PT no Senado defende, obviamente, a reeleição do presidente, senador Rodrigo Pacheco”, afirmou Contarato.
Questionado sobre qual espaço deverá ser ocupado pelo PT na Mesa Diretora do Senado, caso Pacheco seja reeleito, Contarato informou que o partido ainda discutirá com Pacheco a qual cargo terá direito e, posteriormente, definir qual nome indicar.
“Com relação aos espaços e a participação do PT [na Mesa Diretora], isso nós estamos dialogando porque ainda não está definido. Vários pontos têm que ser levados em consideração, formação de blocos, atuação de outros partidos. Não é uma coisa que se define de forma imediata”, declarou o líder.
O senador mineiro comanda a Casa desde fevereiro de 2021 e, na ocasião, também recebeu apoio do PT. O PT elegeu nove senadores para a legislatura 2023-2026 e, com isso, é a quarta maior bancada da Casa, atrás de PL, PSD e União Brasil.

Nos cálculos do PL, hoje, Marinho conta com 31 votos – Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, fechou na quarta-feira (25) um acordo com o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, e com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) para fechar um bloco de apoio à candidatura de Rogério Marinho a presidência do Senado. Todos se reuniram na sede do PL para fechar o acordo, que deverá ser anunciado oficialmente neste sábado.
Somados, eles reúnem 23 senadores. Para ser eleito, ele precisa de 41 votos. O favorito na disputa é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que tem o apoio do Palácio do Planalto. Nos cálculos do Partido Liberal (PL), hoje Pacheco conta com 34 votos e
Marinho tem 31. Portanto, existem 16 votos a serem conquistados. Interlocutores de Pacheco apontam que a candidatura de Marinho representa o fortalecimento do bolsonarismo e acusam apoiadores do adversários de promoverem uma guerra digital contra o atual presidente do Senado.

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