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Em tempos de redes sociais, quando o ato de escrever tem sido cada vez mais negligenciado por um simples toque na tela, uma iniciativa do Coletivo Transverso valoriza a arte da redação em vários formatos. Assim, até o dia 25 deste mês, a Biblioteca Pública de Brasília recebe oficinas gratuitas de escrita criativa, zine, narrativas […]
Em tempos de redes sociais, quando o ato de escrever tem sido cada vez mais negligenciado por um simples toque na tela, uma iniciativa do Coletivo Transverso valoriza a arte da redação em vários formatos. Assim, até o dia 25 deste mês, a Biblioteca Pública de Brasília recebe oficinas gratuitas de escrita criativa, zine, narrativas urbanas e lambe-lambe, dentro do projeto Cada caminho é um poema.
O objetivo é utilizar esse milenar ato de comunicação como libertação da criatividade no contexto sociopolítico atual. A iniciativa conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
“Para nós é fundamental trazer esse diálogo entre a poesia urbana, que ocorre na rua, e o espaço institucional”, afirma a artista Patrícia Del Rey, uma das idealizadoras do projeto. “As oficinas estimulam a reflexão sobre a linguagem e incentivam a discussão, apreciação e a pesquisa nas diferentes formas do fazer literário”. Patrícia atua nas oficinas com a educadora Rebeca Damian.
Desde que foi criado, em 2011, o projeto Cada Caminho é um Poema já passou por cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Paraty (RJ), Rio de Janeiro e Recife. Em Brasília, as aulas do coletivo já foram ministradas em Ceilândia. Depois do encontro na Biblioteca Pública de Brasília, o projeto segue para o Guará, em dezembro. As atividades promovem a literatura nos suportes contemporâneos – como lambe-lambe e áudio (fotopoemas com pílulas poéticas sonoras).
Para se inscrever nas oficinas, que são gratuitas, basta acessar o site do coletivo e preencher o formulário. São disponibilizadas 30 vagas por ciclo. Entre os participantes, além de adolescentes, há idosos – como a escritora de literatura infantojuvenil Florismar Gasparotto, 70. “O que me chamou atenção foi a proposta da escrita criativa”, aponta ela, que é uma das mais animadas do grupo.

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