
G7 apresenta: “Eu Odeio Meu Chefe”
Eu Odeio Meu Chefe retorna aos palcos com temporada especial do G7, trazendo humor atualizado, críticas ao ambiente corporativo e reflexão sobre relações de trabalho
Programação oficial do GDF para o Carnaval de Brasília conta com grupos que representam minorias, demonstrando que a folia foi feita para todos aproveitarem com segurança e sem preconceito
A diversidade da população é uma das características mais marcantes de Brasília, desde a origem até a consolidação. Esse traço da cidade se repete no Carnaval, com blocos que representam a multiplicidade dos brasilienses integrando a programação oficial da folia com mais de R$ 6 milhões investidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

Prestes a completar uma década, o bloco Portadores d’Alegria surgiu como um espaço seguro e acessível para que as pessoas com deficiência (PcDs) possam aproveitar o feriado em festa e sem restrições. “Nossa intenção era fazer um público para esse público PcD, que muitas vezes não sai de casa no Carnaval, com um ambiente propício para recebê-los”, explica o presidente do bloco, Paulo Henrique Nadiceo. “Queremos que essa comunidade interaja com outras pessoas e se divirta como qualquer outro público”.
No ano passado, o bloco reuniu cerca de 75 mil pessoas, e espera um público ainda maior na terça-feira (13) deste Carnaval. A programação será das 13h às 20h30, no Estacionamento 12 do Parque da Cidade, com bandas e DJs, além de uma estrutura com intérprete de Libras, audiodescrição e espaço para cadeirantes.
Pioneiro, o bloco Deficiente é a Mãe participa do Carnaval desde 2012 ao lado do Pacotão. “O bloco surgiu da iniciativa de várias associações de pessoas com deficiência como um grito de protesto para mostrar que a pessoa com deficiência não é incapacitada de curtir o Carnaval”, afirma o produtor-executivo do bloco, Kai de Aquinn.
Este ano será a primeira vez do bloco saindo de forma independente. O desfile será no sábado (10), das 13h às 19h, com percurso da 506 Sul até a 508 Sul. O grupo Surdodum e a musicista Martinha do Coco estão entre as atrações previstas.
A cada ano que passa, o Bloco das Montadas reúne mais e mais foliões. Organizado pelo Distrito Drag, o grupo nasceu em 2018 para ocupar uma lacuna: a falta de blocos LGBTQIA+ no Carnaval brasiliense. “A comunidade LGBTQIA+ é o nosso público central”, afirma a organizadora do bloco, a drag Ruth Venceremos. “Acho que o nosso diferencial é ter uma comunicação assertiva e ser um território onde as pessoas se identificam, um espaço seguro”.
Depois de muitas edições no Setor Bancário Norte, o bloco ocupará neste ano o gramado entre a Biblioteca Nacional e o Sesi Lab, na Esplanada dos Ministérios. A programação será no domingo (11), a partir das 10h. Entre as atrações, destacam-se as cantoras Drag Queen e Dhi Ribeiro e a banda Maria Vai Casoutras, além de três fanfarras locais e a bateria da escola Capela Imperial. O objetivo é ter um pouco da folia de cada canto do Brasil.

A diversidade sexual e de gênero é o norte do bloco O Rebu. Em seu quinto ano de existência, o grupo continuará saindo às ruas para reunir o público LBT – mulheres lésbicas, bissexuais, transexuais e pessoas não binárias. Após algumas edições no Parque da Cidade, o circuito será no sábado (10), das 10h às 19h, na área externa do Eixo Cultural Ibero-americano, no Eixo Monumental.
Além do novo local, a outra novidade é a participação do grupo Rebu A Banda. A formação inédita é composta por Haynna (vocalista), Aline Marcimiano (trio de congas), Jurema (surdo), Alana Andrade (bateria), Dani da Silva (tecladista), Lara Ribeiro (guitarra), Rafa Ferrugem (backing vocal) e Beatmilla (baixista e beatmaker).
“Também teremos a apresentação do Bloco Sapatônica, que é o nosso amadrinhado”, adianta Rafa Ferrugem. “Todo ano escolhemos um bloco que não teve oportunidade de sair para participar com a gente. Dessa vez, chamamos a estreantes do Sapatônica. Elas vão abrir os trabalhos, das 10h às 12.”

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