
Veja quanto do FGTS você poderá usar para quitar dívidas a partir do dia 25
Caixa está adaptando sistemas para oferecer modalidade

Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro a discursar na cerimônia, que reúne lideranças mundiais e vai ocorrer em 20 de setembro Jair Bolsonaro faz discurso na cerimônia da ONU em Nova York, nos Estados Unidos, em 2021 EDUARDO MUNOZ/POOL VIA REUTERS – 21.09.2021 O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou presença na Assembleia Geral das Nações Unidas, que […]
Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro a discursar na cerimônia, que reúne lideranças mundiais e vai ocorrer em 20 de setembro
O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou presença na Assembleia Geral das Nações Unidas, que vai ocorrer em 20 de setembro em Nova York, nos Estados Unidos. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro a discursar na cerimônia, que reúne as lideranças de 193 países.
Durante evento nesta semana em Brasília, Bolsonaro contou que negocia com os organizadores ampliar o tempo de sua declaração na cerimônia. “Hoje fiz a primeira reunião para discurso da ONU no mês que vem. Vamos dar notícia para o Brasil, de lá para cá. Meu tempo é de 15 minutos, [mas] estamos tentando passar para 20 [minutos]”, disse o presidente.
Na última edição do evento, em 2021, Bolsonaro garantiu que todos os brasileiros que quiserem poderão ser vacinados contra a Covid-19 até novembro daquele ano.
“Até o momento, o governo federal distribuiu mais de 260 milhões de doses de vacinas e mais de 140 milhões de brasileiros já receberam, pelo menos, a primeira dose, o que representa quase 90% da população adulta. Oitenta por cento da população indígena também já foi totalmente vacinada. Até novembro, todos que escolheram ser vacinados no Brasil, serão atendidos”, disse na ocasião.
Na edição de 2020, o chefe do Executivo brasileiro disse que havia interesses comerciais por trás do aumento de queimadas e desmatamentos no país e defendeu o rigor da legislação ambiental brasileira. Além disso, enumerou medidas econômicas para enfrentar os efeitos da pandemia, como o auxílio emergencial.
Já na edição de 2019, Bolsonaro defendeu a soberania do país sobre a região amazônica e voltou a criticar o que chamou de “sensacionalismo instrumentalizado” para atacar o Brasil.
“Meu governo tem o compromisso solene com a preservação ambiental e com o desenvolvimento sustentável”, disse. Ele afirmou ainda que sua política é de “tolerância zero” a qualquer crime contra a natureza e se disse favorável a aceitar ajudas externas para explorar os recursos nacionais. “Estamos prontos para aproveitar de forma sustentável todo o nosso potencial.”

Caixa está adaptando sistemas para oferecer modalidade

O resultado dos pedidos de isenção foram publicados na quarta-feira

Governadora anuncia novos mecanismos para fiscalizar serviços ofertados pela Neoenergia e ressalta atuação da Adasa durante III Encontro Nacional das Agências Reguladoras

Medida busca fortalecer áreas estratégicas da administração pública sem gerar impacto financeiro imediato; proposta segue para tramitação na Câmara Legislativa
