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Em entrevista ao Wall Street Journal, ex-presidente afirma que aliado pode pressionar e conseguir adiar a decisão judicial que o deixou inelegível até 2030
O ex-presidente Jair Bolsonaro espera que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, apoie seu retorno político nas eleições de 2026 no Brasil, segundo uma entrevista publicada na quinta-feira (28), apesar de enfrentar acusações por um suposto plano de golpe de Estado.
O Wall Street Journal informou que Bolsonaro aposta em Trump para pressionar os juízes brasileiros e conseguir o adiamento da aplicação de uma decisão judicial que o deixou inelegível até 2030 por denunciar sem fundamento o sistema de votação do Brasil antes das eleições de 2022, nas quais foi derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Trump está de volta, e é um sinal de que nós também estaremos de volta”, disse Bolsonaro, que, segundo o jornal, está em contato próximo com o republicano desde sua vitória eleitoral no início de novembro.
Um porta-voz da nova administração de Trump não respondeu a um pedido de comentário, segundo o Wall Street Journal.
O veículo afirma que o ex-presidente brasileiro “sugeriu que Trump poderia impor sanções econômicas contra o governo de Lula para apoiá-lo”.
Ao ser questionado sobre quais tipos seriam as sanções, Bolsonaro fez referência às medidas impostas por Washington ao setor petrolífero na Venezuela.
“Trump também tem estado muito preocupado com a Venezuela e discutiu comigo sobre formas para fazer o país retornar à democracia”, afirmou ele, citado pelo jornal americano.
Bolsonaro – um populista de extrema-direita que foi chamado de “Trump dos trópicos” durante seu mandato de 2019-2023 – manteve as atividades políticas desde que deixou o poder. Recentemente, ele fez campanha para os candidatos do Partido Liberal nas eleições municipais de outubro.
Assim como Trump, ele atribuiu os seus problemas jurídicos a uma suposta perseguição política.
A Polícia Federal acusou Bolsonaro de participar em uma conspiração em 2022 para impedir a posse do presidente Lula e de ter “pleno conhecimento” de um suposto plano para matar o atual chefe de Estado.
Ele é acusado ao lado de outras 36 pessoas, citadas como co-conspiradores, em um relatório da PF que foi divulgado publicamente esta semana. O procurador-geral Paulo Gonet deve decidir se denuncia o ex-presidente e os demais investigados pelos crimes apontados pela polícia, arquiva o expediente ou solicita novas diligências.

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