
Túnel Rei Pelé é realidade e muda a vida dos moradores de Taguatinga
Uma das regiões mais tradicionais e populosas do Distrito Federal recebeu mais de R$ 500 milhões em obras de mobilidade, saúde, educação e requalificação urbana desde 2019

O reconhecimento do Distrito Federal como um local de grandes oportunidades para negócios não é apenas discurso de governo. A prova de que a região se desenvolve e está cada vez mais atraente para investimentos vem com dados efetivos, alguns auditados pelo próprio governo federal, entidade representativas da sociedade civil e órgãos de fiscalização. Um […]
O reconhecimento do Distrito Federal como um local de grandes oportunidades para negócios não é apenas discurso de governo. A prova de que a região se desenvolve e está cada vez mais atraente para investimentos vem com dados efetivos, alguns auditados pelo próprio governo federal, entidade representativas da sociedade civil e órgãos de fiscalização.
Um dos casos é a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). A última edição, divulgada na semana passada, demonstrou queda de cerca de 3% no número de desempregados em um ano. Com a criação de 47 mil postos de trabalho em 2022, a economia brasiliense viu o índice de desemprego cair de 18% para 15,6%.
“A população ocupada foi contabilizada em 1,395 milhão de pessoas, 3,2% a mais que a registrada em 2021, em razão da ampliação de postos de trabalho nos setores de serviços (+42 mil) e comércio e reparação (+5 mil)”, diz o texto da pesquisa elaborada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF).
Os números são chancelados também pelo Índice de Concorrência dos Municípios (ICM), que colocou a região entre as cinco melhores do país para abrir e manter um empreendimento. “Fizemos investimentos em infraestrutura, mobilidade e também programas fiscais de incentivo à economia. Agora, chegou a hora de a gente começar a colher e aprimorar ainda mais as políticas públicas”, avalia o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz.
Brasília entrou na calçada da fama das cinco melhores cidades para se investir, conforme mostra o ICM, após análise de mais de 600 quesitos. “Foram avaliados diversos fatores. Infraestrutura, mobilidade, conectividade, segurança jurídica, tempo de abertura de empresa e logística”, explica o subsecretário de Programas e Projetos Estratégicos da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (Seplad), Adriano Leal.
Segundo Leal, os investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) em mobilidade causaram impacto positivo nos negócios e no desenvolvimento econômico e social da capital. “O GDF investiu muito em construção de novas vias e viadutos, como os do Sudoeste, de Taguatinga e do Jardim Botânico. Isso resulta em melhoria no trânsito e o empresário avalia isso também”, enumera.
Outro fator positivo, segundo a avaliação do ICM, é a conexão do DF com importantes rodovias nacionais, como a BR-020, que liga Brasília a Fortaleza (CE); a BR-040 (leva ao Rio de Janeiro), a BR-060 (para Goiânia) e a BR-070 (chega a Cáceres-MT). O impacto do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek como hub (sistema que agrega vários produtos ou serviços ao mesmo tempo) para outras regiões do país também foi outro destaque. Hoje, o ponto é o segundo maior em carga aérea do país, só perdendo para o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

Uma das regiões mais tradicionais e populosas do Distrito Federal recebeu mais de R$ 500 milhões em obras de mobilidade, saúde, educação e requalificação urbana desde 2019

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