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País totalizou quatro medalhas na competição realizada no Canadá O Brasil teve dobradinha no Mundial de Paraciclismo de Estrada, em Baie-Comeau (Canadá), no último domingo (14). Medalhista olímpico (bronze na Rio 2016), Lauro Chaman conquistou a prata na prova de resistência de 81, 9 quilômetros na classe MC5 (para atletas com deficiência físico-motora menos severa). […]
País totalizou quatro medalhas na competição realizada no Canadá
O Brasil teve dobradinha no Mundial de Paraciclismo de Estrada, em Baie-Comeau (Canadá), no último domingo (14). Medalhista olímpico (bronze na Rio 2016), Lauro Chaman conquistou a prata na prova de resistência de 81, 9 quilômetros na classe MC5 (para atletas com deficiência físico-motora menos severa). O compatriota Carlos Souza foi bronze, na prova de 70,2 km, classe MC1 (grau mais severo de comprometimento físico.
Campeão mundial no ano passado, Chaman batalhou pelo bi até os metros finais da disputa dos 81,9 km, mas não deu: o ouro ficou com o francês Kevin Le Cunff, e o australiano Alistair Donohoe completou o pódio com o bronze.
“Sempre sou muito grato a Deus por todas essas conquistas, estou feliz por estar no pódio mais uma vez. Claro que o objetivo maior era manter o título, mas o francês estava muito forte também e merece os parabéns. Agora é continuar batalhando para seguir somando pontos importantes para o Brasil no ranking mundial possibilitando conquistarmos o maior número de vagas possíveis para Paris 2024”, disse o ciclista em depoimento à Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).
Carlos Soares, representante brasileiro nos Jogos de Tóquio, completou em terceiro lugar a prova dos nos 70,2 km da classe MC1. O vencedor foi o espanhol Ricardo Argiles, seguido do norte-americano Aaron Keith. que ficou com a prata.
“Minha meta era conseguir uma medalha no Mundial desse ano. A última etapa da Copa do Mundo, disputada na semana passada, onde conquistei duas medalhas, fortaleceu ainda mais essa esperança e agora consegui conquistar essa tão sonhada medalha na prova de resistência. Foi um bronze, mas sem dúvidas tem um gostinho de ouro, além de uma importância imensurável na minha carreira”, disse emocionado Soares.
O Brasil encerrou sua participação no Mundial com quatro medalhas (uma prata e três bronzes).
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
Fonte: Agência Brasil

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