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Delegação brasileira conquista um ouro e um bronze, apenas a segunda vez na história em que tem mais de uma medalha em uma única edição do torneio A edição de 2022 do Mundial de atletismo se encerrou neste domingo com chave de ouro, coroada por Armand Duplantis batendo o recorde mundial do salto com vara na […]
Delegação brasileira conquista um ouro e um bronze, apenas a segunda vez na história em que tem mais de uma medalha em uma única edição do torneio
A edição de 2022 do Mundial de atletismo se encerrou neste domingo com chave de ouro, coroada por Armand Duplantis batendo o recorde mundial do salto com vara na última prova disputada. A competição que já seria histórica por ser, pela primeira vez, no berço do atletismo americano em Eugene, no Estados Unidos, foi ainda marcante para a delegação brasileira, que alcançou ótimos resultados.
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Alison dos Santos Mundial de Atletismo Oregon — Foto: Sam Barnes/Sportsfile
Encabeçados pelo título mundial de Alison dos Santos nos 400m com barreira e pela medalha de bronze de Letícia Oro Melo no salto em distância, os 57 atletas do país foram a dez finais, seis semifinais e 34 pontos anotados no ranking da World Athletics.
Se o ouro de Alison já era uma possibilidade, e até uma expectativa, desde antes do começo da competição, a medalha de Oro Melo foi a grande surpresa brasileira no Mundial. Depois de ter rompido o ligamento cruzado em dezembro de 2021, a brasileira de 24 anos retornou poucos meses antes da competição, a primeira da carreira fora da América do Sul.
Chegando em Eugene sem grandes expectativas, Letícia garantiu uma vaga na final na última tentativa da eliminatória com a 12ª marca entre as classificadas. Na decisão, superou a melhor marca da carreira em 25cm no primeiro salto, queimou os outros cinco, mas foi o suficiente para o pódio.
Em comparação com a última edição, em 2019 no Catar, o Brasil melhorou em pontos, finais e medalhas, já que não conquistou pódios naquela edição. Em termos de pontuação, os 34 de Eugene-2022 são a melhor participação da história da delegação brasileira em um mundial de atletismo, superando Sevilha-1999 em que fez 26.
Em termos de total de medalhas, foi justamente na Espanha que o Brasil teve o melhor desempenho com três, duas pratas (Claudinei Quirino nos 200m e Sanderlei Parrela nos 400m) e um bronze (no revezamento 4x100m), a única outra vez que o país teve múltiplas medalhas em uma única edição.
Após Eugene, o Brasil tem 2 medalhas de ouro, 6 de prata e 6 de bronze na história dos Mundiais outdoor. Mas além das medalhas vê outros atletas em evolução e alcançando resultados expressivos. Como Caio Bonfim, 6º colocado na marcha atlética de 20km e 7º na de 35km, com direito a recorde nacional na segunda delas, assim como Viviane Lyra, que também bateu a melhor marca do país na marcha de 35km.
Vitória Rosa também marcou o nome dela na semifinal dos 200m rasos, batendo o recorde sul-americano com o tempo de 22s47. Almir dos Santos foi à final do salto triplo depois de superar lesões e mudar de prova e ficando com a 7ª colocação do mundo.
Velhos conhecidos do torcedor brasileiro, Darlan Romani e Thiago Braz mostraram que seguem entre a elite de suas respectivas provas, mas, cercados pela expectativa de medalha, não conseguiram chegar ao pódio. O arremessador terminou na 5ª colocação e o saltador na 4ª.
A nova formação do revezamento 4x100m masculino, com Erik Cardoso, Derick Silva, Felipe Bardi e Rodrigo do Nascimento, também fez bonito, garantindo vaga na decisão, terminando na 7ª posição e prometendo resultados ainda melhores no futuro.
O Mundial é apenas o primeiro passo pensando nas Olimpíadas de Paris, porém a pouco menos de dois anos do começo dos Jogos, em um ciclo mais curto, o começo do Brasil no atletismo é promissor e empolgante.
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Fonte: Por Giba Perez — Rio de Janeiro (RJ)

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