
Dia da Tuberculose: OMS recomenda testes de diagnóstico rápido para erradicar a doença
Hoje é o Dia Mundial da Tuberculose
Seleção feminina de basquete comemora título, é obrigada voltar ao jogo por invasão de quadra antes do término do tempo, mas assegura vitória dramática sobre as anfitriãs, em San Luis A carga dramática que envolve Brasil e Argentina, em qualquer esporte, se fez presente na quadra de basquete, neste sábado, em San Luis (ARG). A […]
Seleção feminina de basquete comemora título, é obrigada voltar ao jogo por invasão de quadra antes do término do tempo, mas assegura vitória dramática sobre as anfitriãs, em San Luis
A carga dramática que envolve Brasil e Argentina, em qualquer esporte, se fez presente na quadra de basquete, neste sábado, em San Luis (ARG). A seleção brasileira feminina conseguiu uma vitória heroica, por 69 a 68, na final do Campeonato Sul-Americano diante das donas da casa e faturou o título da competição.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/8/r/3bJDo6T2e05zbieFfjiw/brasil1.jpg)
Tainá Paixão converteu a cesta que garantiu o título ao Brasil — Foto: CBB/divulgação
A vitória – como sugere o placar – de fato, foi apertada. Entretanto, houve um motivo a mais para aumentar a angústia da torcida brasileira. Tainá Paixão anotou uma cesta a um segundo do fim, abriu dois pontos de vantagem, mas alguns integrantes da seleção, eufóricos, entraram na quadra antes do término, o que resultou em uma falta técnica a favor das “hermanas”. Foram alguns instantes de tensão até que a arbitragem concedesse o tiro. Em ótima noite, Melisa Gretter converteu e reduziu a diferença para um ponto. Na saída de bola, contudo, não houve tempo para reação. Pela segunda vez no jogo, o Brasil comemorou o título, agora, sem qualquer questionamento.
Responsável pela cesta que garantiu o título, Tainá Paixão afirmou que o troféu é o primeiro passo rumo ao objetivo de disputar os Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
– Estou muito feliz. Fizemos um bom trabalho no campeonato todo. Estou feliz pela última bola, mas o que valeu foi o contexto todo. A gente entrou nervosa, algo normal, era uma final. Tentamos manter a calma durante o processo do jogo e foi o que resultou no fim. A gente se estabilizou emocionalmente e no segundo tempo demos a volta por cima. Esse título representa o primeiro passo para o objetivo, que é Paris 2024 – declarou à transmissão oficial do evento.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/n/a/SJuk34SHWYeCedbEf8KA/basquetebrasil.jpg)
Seleção vence a Argentina e fatura título do Sul-Americano — Foto: divulgação/CBB
Quando o árbitro autorizou o início da partida, o Brasil demorou a pontuar – a primeira cesta só veio com mais de três minutos de tempo transcorrido. A Argentina – ainda que não tenha disparado no placar – se manteve à frente o tempo todo e fechou em 20 a 15 o primeiro quarto.
A seleção brasileira seguiu atrás do placar no segundo quarto. O melhor momento foi uma bela cesta de três assinalada pela armadora Alana Gonçalo, mas os oito pontos somados nesta parcial não foram suficientes para ultrapassar a Argentina: 31 a 23. A pivô Vanessa Gonçalves, dona de sete pontos no duelo, era quem mais oferecia perigo.
No terceiro quarto, o jogo esquentou, e o Brasil deu sinais de que daria a volta por cima. Kamilla Cardoso converteu dois lances livres e, na sequência, o Brasil conseguiu uma cesta do meio da quadra. A Argentina reagiu, mas, pela primeira vez nesta final, a seleção visitante demonstrou superioridade e passou à frente (41 a 40) pelas mãos de Leila Zabani. As “hermanas”, contudo, reagiram e viraram para 47 a 46.
Após o período mais equilibrado da partida, Brasil e Argentina se alternaram em termos de vantagem no placar. Melisa Gretter anotou 57 a 54, mas Stephanie Soares emplacou sete pontos consecutivos e levou a seleção canarinho a 62 a 59. A torcida argentina começou a cantar alto para empurrar as donas da casa, e o apoio surtiu efeito: Gretter arremessou para três pontos e igualou o placar.
A um minuto do fim, Brasil e Argentina empatavam em 65 a 65. Leila Zabani, porém, converteu os lances livres e abriu dois pontos: 67 a 65. A “hermana” Mungo deixou tudo igual. Faltando um segundo, Tainá Paixão converteu uma cesta espetacular – 69 a 67 – e comemorou a vitória. A arbitragem apontou uma invasão à quadra por parte da delegação canarinho, a Argentina teve direito a um lance livre. Melisa Gretter reduziu a diferença. As donas da casa deram a saída de bola, mas não houve tempo suficiente para empatar e, diante da torcida adversária, as brasileiras fizeram a festa.
.
Fonte: Por Redação do ge — San Luis, Argentina

Hoje é o Dia Mundial da Tuberculose

Mais de um milhão de pessoas precisam se vacinar no Distrito Federal. Confira os grupos prioritários

Estudo mostra que doença se espalha pelo país

Cerca de 87 mil contribuintes receberão R$ 300 milhões
