
Corrida do Comerciário está com as inscrições abertas para revezamento 40 km
Prova será realizada em 10 de outubro e convida duplas, quartetos e octetos a compartilharem quilômetros de esporte, diversão e integração
Atacante, que apresentou CHN falsa em blitz da Lei Seca em 2020, fez doações a ONGs dois anos mais tarde
O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, fez um acordo com a Justiça no caso em que foi investigado por falsidade ideológica e uso de documento falso. Ele pagou uma multa no valor de R$ 100 mil e comprovou as transferências para quatro organizações sem fins lucrativos (ONGs).
O NPP (Não Persecução Penal), medida alternativa prevista no Código Penal para crimes cometidos sem violência ou grave ameaça, cuja pena mínima seja inferior a 4 anos, é uma alternativa à ação da pena mediante a confissão do investigado. Foi firmado em 5 de abril de 2022, segundo dados da 36.ª Vara Criminal, via Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, e do Ministério Público do Rio de Janeiro.
Em março de 2020, o jogador foi parado em uma blitz da Lei Seca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa. À época, ele se negou a fazer o teste do bafômetro. O laudo que atestou que o documento era falso foi feito por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli.
No inquérito, a investigação da Polícia Civil do Rio mostrou que a CNH não constava nos registros do departamento estadual de trânsito do Rio de Janeiro. O jogador, que chegou a dar depoimento de mais de três horas na 16ª Delegacia de Polícia, na Barra da Tijuca, foi indiciado e o caso encaminhado para o Ministério Público. Somente após dois anos, o caso foi encerrado.

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