
Dia da Tuberculose: OMS recomenda testes de diagnóstico rápido para erradicar a doença
Hoje é o Dia Mundial da Tuberculose
Presidente do Banco Central participa de reunião de comissões
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai à Câmara dos Deputados nesta terça-feira participara de reunião das comissões de Desenvolvimento Econômico; e de Finanças e Tributação.
De acordo com a pauta da comissão, o objetivo da reunião é “esclarecer a política monetária e cambial do país e a fiscalização do sistema financeiro nacional”.
A presença dele no colegiado marca a volta dos trabalhos das comissões da Casa nesta semana, depois do recesso parlamentar. A expectativa é de que membros da oposição aproveitem a oportunidade para fazer perguntas que possam constranger o governo.
Campos Neto vem sendo alvo de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Através dos questionamentos, acreditam os opositores, o presidente do BC poderia admitir que as falas de Lula vêm causando instabilidade no cenário econômico, por exemplo.
Lula já chegou a dizer que “não é correto” governar o país com um presidente do BC indicado por outro presidente. A lei, entretanto, define que o presidente do Banco Central terá mandato de quatro anos não coincidente com o do presidente da República. Lula também criticou Campos Neto publicamente por participar do jantar com Tarcísio e disse que ele tinha “lado político” e que “quase assumiu candidatura a um cargo no governo de São Paulo”.
O presidente também afirmou que o comportamento da instituição é a única coisa “desajustada” na economia do país. E comparou Campos Neto ao ex-juiz e hoje senador Sergio Moro (União-PR), que foi o responsável por condená-lo na Lava-Jato. Segundo o petista, Campos Neto tem “lado político” e não demonstra “capacidade de autonomia”.
Depois das críticas de Lula a Campos Neto, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a autonomia do Banco Central. Lira citou a autonomia do BC como uma das medidas apoiadas pela Câmara, em sua gestão, para “impedir retrocessos”.
— A Câmara tem apoiado reformas econômicas e impedido retrocessos. A autonomia do Banco Central, às vésperas do Copom, aumentou a credibilidade da nossa política monetária. O nosso arcabouço fiscal e a reforma tributária racionalizam a nossa política fiscal — disse Lira.

Hoje é o Dia Mundial da Tuberculose

Mais de um milhão de pessoas precisam se vacinar no Distrito Federal. Confira os grupos prioritários

Estudo mostra que doença se espalha pelo país

Cerca de 87 mil contribuintes receberão R$ 300 milhões
