
Brasília recebe encontro de lideranças do Sesc com foco no futuro e na excelência dos serviços
Durante três dias, diretores regionais debatem melhores soluções de gestão para o Serviço Social do Comércio
Demandas prioritárias incluem forros, iluminação, energia e pequenos reparos; governo também estuda ampliar horários de funcionamento e reforçar monitoramento dos espaços
Demandas de infraestrutura, regularização e funcionamento das feiras do Distrito Federal estiveram na pauta de reunião promovida, na terça-feira (26), entre a governadora Celina Leão, presidentes de feiras e representantes do Sindifeira-DF. Durante o encontro, a chefe do Executivo anunciou que o governo vai priorizar intervenções estruturais nos espaços, com foco em demandas como forros, iluminação, manutenção elétrica e pequenos reparos.
A reunião foi no Palácio do Buriti e contou com representantes do setor para discutir desde obras e manutenção até licitações e medidas de modernização das feiras. Segundo a governadora, o GDF mantém atualmente quatro contratos de manutenção ativos e precisa consolidar as prioridades de cada unidade para direcionar os recursos necessários.
“Feira é uma área prioritária neste governo. Precisamos receber de cada feira quais são as demandas mais urgentes para executar aquilo que for necessário. Tem questões de manutenção que conseguimos resolver agora; outras, de reconstrução, exigem uma segunda etapa”, afirmou Celina Leão.
Além disso, o governo estuda criar um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria de Governo (Segov) para acompanhar as demandas do setor. Entre os temas debatidos está a possibilidade de flexibilizar os horários de funcionamento das feiras. A proposta em análise prevê um decreto assinado pela governadora permitindo que cada administração regional tenha autonomia para definir os horários conforme a realidade local.
Outra medida em estudo é a integração das feiras ao programa DF 360, coordenado pela Segurança Pública, ampliando o monitoramento dos espaços públicos.
Durante o encontro, a governadora citou, ainda, a intenção de desenvolver um modelo de programa junto à CEB para atender demandas recorrentes de adequação elétrica nas feiras. “São pedidos muito parecidos: mudança de padrão de energia, adequações técnicas, melhorias de infraestrutura. Estamos fazendo um projeto-modelo com a CEB nas escolas e vamos estudar algo semelhante para as feiras”, explicou.
6 mil, número aproximado de feirantes cadastrados na Segov
Dados da Secretaria de Governo apontam que o recadastramento continua crescendo, com cerca de 6 mil feirantes recadastrados. A meta para 2026 é de recadastrar mais 1,5 mil feirantes. Hoje, o Distrito Federal conta com 38 feiras permanentes e três shoppings populares, somando cerca de 13,8 mil bancas cadastradas e cerca de 10 mil feirantes. Desde 2019, mais de R$ 56 milhões foram investidos em construção, reforma e manutenção desses espaços.
A governadora também comentou a situação da Feira Popular, cuja área pertencia à União. Segundo Celina Leão, o GDF solicitou a transferência do espaço ao governo federal e recebeu a doação com ônus. Para que o Distrito Federal possa investir na estrutura da feira, porém, será necessário encaminhar o processo à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para aprovação. “Eu só posso receber algo da União com ônus se eu mandar para a CLDF. Estamos aguardando a apreciação dos nossos deputados, porque, assim, poderemos investir lá”, explicou a governadora.

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A diretora interina de Educação Profissional do Senac-DF, Larissa Catelli, participou da mesa-redonda “A moda da inclusão”.

As vendas do Dia das Crianças devem manter um desempenho próximo ao registrado no ano passado no comércio do Distrito Federal.

Passeio dura cerca de 50 minutos e percorre Câmara e Senado