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Imunizante inalável produzido pela farmacêutica CanSino teve autorização para ser usado como dose de reforço No Brasil, a farmacêutica Biomm é representante da vacina inalável PIXABAY As autoridades chinesas aprovaram a primeira vacina inalável contra a Covid-19 no mundo. A vacina da CanSino Biologics tem forma de spray nasal e será usada como dose de […]
Imunizante inalável produzido pela farmacêutica CanSino teve autorização para ser usado como dose de reforço
As autoridades chinesas aprovaram a primeira vacina inalável contra a Covid-19 no mundo. A vacina da CanSino Biologics tem forma de spray nasal e será usada como dose de reforço de emergência.
A empresa comunicou que recebeu sinal verde Administração Nacional de Produtos Médicos da China (“NMPA”), quando entrou na bolsa de valores de Hong Kong, no último domingo. Após o anúncio, a cotação das ações da empresa subiu até 14% na bolsa de valores nesta segunda-feira e acabou fechando com alta de 7,1%.
Assim como a Convidecia injetável, a vacina por spray é produzida por meio da tecnologia de vírus recombinante não replicante, que transporta pedaços do material genético do Sars-CoV-2 e induz o organismo a produzir uma resposta imune ao vírus
“A aprovação terá um impacto positivo nos resultados da empresa se a vacina for posteriormente comprada e usada pelas agências governamentais relevantes”, disse o comunicado.
Cientistas de vários países do mundo, como Cuba, Canadá e Estados Unidos, estão trabalhando em vacinas que podem ser administradas pelo nariz, via de entrada do coronavírus.
Desde 2020, a China aprovou oito vacinas da Covid-19 desenvolvidas localmente, mas ainda não permitiu que vacinas estrangeiras sejam usadas em seu território.
No Brasil, a farmacêutica Biomm é a empresa autorizada a produzir a vacina. Em março deste ano, a empresa pediu o registro definitivo do imunizante na forma injetável para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), considerando o avanço da vacinação e a ampliação das faixas etárias, além da possibilidade de contribuir com a imunização dos brasileiros de forma contínua e definitiva.
Após a aprovação do órgão regulador, a companhia prevê importar, inicialmente, a vacina Convidecia e, posteriormente, produzi-la em sua planta biofarmacêutica em Nova Lima (MG).

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