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O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Integrantes do grupo de militares das Forças Especiais são apontados pela PF como responsáveis pelo plano que previa o assassinato de Lula, Alckmin e Moraes
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmou em depoimento ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que “não se metia” na relação de Jair Bolsonaro com os “kid pretos”, como são chamados os militares das forças especiais do Exército. O contato com integrantes do grupo, de acordo com o relato, era feito pelo ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto.
A Polícia Federal aponta integrantes dos kids pretos como responsáveis pela elaboração de um plano golpista que incluía o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice, Geraldo Alckmin, e do próprio Moraes. O depoimento ao ministro foi concedido no dia 21 de novembro, quando sua delação premiada foi validada pelo magistrado após a Polícia Federal apontar omissões.
Procurada, a defesa de Braga Netto disse que não iria se manifestar sobre o assunto. Sobre o plano golpista, os advogados do general informaram não ter tomado “conhecimento de documento que tratou de suposto golpe e muito menos do planejamento para assassinar alguém. Dessa forma, o general não coordenou e não aprovou plano qualquer e nem forneceu recursos para tal”. A defesa de Cid, por sua vez, não quis comentar.
De acordo com pessoas que tiveram acesso ao depoimento de Cid, na versão apresentada pelo tenente-coronel a Moraes, o ex-ajudante de ordens “jogou toda responsabilidade” da relação de Bolsonaro com os kids pretos em Braga Netto.
Como O GLOBO mostrou, Cid também reafirmou, no depoimento a Moraes, que Bolsonaro sabia de uma minuta de um decreto que previa a decretação de estado de exceção no país que serviria para mantê-lo no poder e sugeriu alterações no documento. Ao longo da audiência, o magistrado quis saber se Bolsonaro tinha pleno conhecimento dos termos da minuta, o que foi confirmado por Cid.
Ao longo da investigação, a PF apontou que oficiais das Forças Armadas, ministros do governo e assessores de Bolsonaro participaram de reuniões na qual discutiram a possibilidade de dar um golpe de Estado, que, segundo a PF, não se concretizou porque não teve o aval dos então comandantes do Exército e da Aeronáutica.
O general Marco Antônio Freire Gomes e o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior, chefes das respectivas Forças, prestaram depoimento à PF no qual relataram que Bolsonaro apresentou um documento que previa as hipóteses de instaurar Estado de defesa ou de sítio, além de dar início a uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).

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Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

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Cumprindo acordo com os servidores, os deputados aprovaram – com 17 votos favoráveis – o projeto em dois turnos e redação final
