
Nunes Marques diz que impeachment de ministros do STF é ‘pauta política’ e decisão cabe apenas ao Senado
Presidente do TSE afirmou não saber se processos serão abertos e evitou comentar as causas do desgaste de imagem do Supremo
Projeto aprovado em primeiro turno é de autoria do deputado Max Maciel

Foto: Carlos Gandra/ Agência CLDF
Foi aprovado nesta terça-feira (3) pela Câmara Legislativa o projeto de lei 1328/24, que cria o Programa Cozinha Solidária Distrital, com o objetivo de distribuir alimentação gratuita preferencialmente à população em situação de vulnerabilidade e risco social, incluindo a população em situação de rua. O projeto foi aprovado em primeiro turno e aguarda votação em segundo turno.
O projeto regulamenta a atuação de cozinhas solidárias, que constituem elos entre a sociedade e o Estado, com o objetivo de distribuir alimentos preparados para consumo à população em situação de vulnerabilidade e risco social, sendo referência para ações que combatam à fome e má nutrição das comunidades locais. O projeto prevê que a distribuição de alimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social deverá ocorrer em espaços adequados do ponto de vista sanitário. Estão previstas no projeto parcerias com a União, estados, municípios, consórcios, organizações da sociedade civil e entidades privadas sem fins lucrativos.
Autor do projeto de lei, o deputado Max Maciel (PSOL) explica a importância do programa para a sociedade. “As Cozinhas Solidárias não se limitam a saciar a fome; elas também servem como locais de interação, solidariedade e resistência, proporcionando um ambiente acolhedor e revitalizante. Além de prover nutrição, elas têm desempenhado um papel fundamental na disseminação da educação alimentar, na valorização das tradições culinárias locais e na promoção da soberania alimentar. As Cozinhas Solidárias são uma iniciativa exemplar de solidariedade e cidadania, que contribui para a garantia do direito humano à alimentação adequada”, afirma o distrital.
Eder Wen – Agência CLDF

Presidente do TSE afirmou não saber se processos serão abertos e evitou comentar as causas do desgaste de imagem do Supremo

Ministro afirma que não vai alterar sua atuação, mas destaca que quando um juiz passa a ter medo de decidir em um processo em razão do risco de perseguições já "não existe mais Poder Judiciário nem Constituição"

Mensagens foram publicadas em seu perfil no Instagram

Despachos citam o plano de governo do candidato do PL à Presidência para argumentar que a "certeza" citada nas publicações "ultrapassa os limites da crítica política"