
Projeto que veda propaganda e patrocínio de bets avança no Senado
A proposição busca frear a rápida expansão desse mercado, que tem gerado preocupação pelo impacto nas finanças e na saúde mental dos brasileiros.

A audiência pública desta quinta-feira pode ser acompanhada pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 09 da Vivo, e pelo canal da CLDF no YouTube

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
A Câmara Legislativa do Distrito Federal realiza audiência pública, nesta quinta-feira (6), às 19h, para debater a implementação de sistemas de monitoramento inteligente em veículos de motoristas de aplicativos no DF. Iniciativa do deputado Martins Machado (Republicanos), o encontro no plenário da CLDF também discute preocupações dos profissionais quanto à privacidade, autonomia e regulamentação adequada.
Os sistemas de monitoramento inteligente integram tecnologias como geolocalização, análise de dados em tempo real e inteligência artificial, que fornecem informações detalhadas sobre a rota, o comportamento do motorista e o consumo de combustível. No entanto, a implementação do monitoramento é controversa, com alguns defendendo o uso da abordagem para ampliar a segurança dos passageiros, enquanto outros veem o sistema como uma violação da privacidade dos profissionais.

Segundo Martins Machado, diante da complexidade do tema, é necessário discutir mecanismos que garantam maior segurança e transparência nas relações entre motoristas e usuários. “Essa audiência pública representa um espaço essencial para a construção de políticas públicas que assegurem um transporte por aplicativos mais seguro, justo e eficiente para todos os envolvidos”, enfatiza.
A audiência pública desta quinta-feira pode ser acompanhada pela TV Câmara Distrital, nos canais 9.3 (aberto), 11 da NET/Claro e 09 da Vivo, e pelo canal da CLDF no YouTube.

A proposição busca frear a rápida expansão desse mercado, que tem gerado preocupação pelo impacto nas finanças e na saúde mental dos brasileiros.

A afirmação foi feita na quinta-feira (5) durante depoimento do presidente do INSS, Gilberto Waller, à comissão

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