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A sessão ordinária da Câmara Legislativa nesta quarta-feira (27) foi marcada por discursos de deputados distritais em defesa dos catadores de materiais recicláveis do Distrito Federal Foto: Divulgação O deputado Agaciel Maia (PL) cobrou o governo para que cumpra uma determinação legal de oferecer linhas de crédito especiais no Banco Regional de Brasília (BRB) […]
A sessão ordinária da Câmara Legislativa nesta quarta-feira (27) foi marcada por discursos de deputados distritais em defesa dos catadores de materiais recicláveis do Distrito Federal

Foto: Divulgação
O deputado Agaciel Maia (PL) cobrou o governo para que cumpra uma determinação legal de oferecer linhas de crédito especiais no Banco Regional de Brasília (BRB) para que os catadores possam adquirir veículos motorizados.
“É claro que somos contra os maus tratos aos animais. Mas os catadores precisam de apoio para trocar seus veículos de tração animal por veículos motorizados. Hoje estão proibindo os catadores de colocarem cabrestos e selas em seus cavalos. Ora, se o cavalo não tiver utilidade, ele vai ser abandonado e morrer na rua. Espero que o governo ajude essas pessoas a adquirirem seus veículos para que possam continuar trabalhando”, defendeu Maia.

Foto: Carlos Gandra/CLDF
O deputado Leandro Grass (PV) comentou que a situação dos catadores, especialmente daqueles que não estão organizados em associações, é muito difícil. “Essas pessoas estão trabalhando nas ruas por necessidade. Infelizmente a assistência social no Distrito Federal está perdida e desprestigiada. Falta investimento e o serviço de abordagem é insuficiente”, criticou.
O distrital também observou que “falta hoje uma política de Estado, de longo prazo, em vez da atual política de governo, que muitas vezes acaba descontinuando projetos que estavam dando certo”.
Professores – O deputado Chico Vigilante (PT) relatou que esteve em uma assembléia de professores e que ouviu reivindicações antigas da categoria. “Eles fizeram uma caminhada até o Palácio do Buriti para protestar porque estão há sete anos sem nenhum tipo de reajuste salarial. Os professores já perderam mais de um terço de seu poder de compra nesse período”, afirmou.
Eder Wen – Agência CLDF

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