
Ibaneis Rocha tem segundo retrato incluído na Galeria dos Governadores do DF
Cerimônia no Palácio do Buriti registra passagem do primeiro governador reeleito pela história do Distrito Federal
As metas de inflação para 2022 e 2023 foram mantidas O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2024 em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (24). Daniel Ramalho/AFP As metas de inflação para 2022 e 2023 […]
As metas de inflação para 2022 e 2023 foram mantidas
O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2024 em 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (24).

Daniel Ramalho/AFP
As metas de inflação para 2022 e 2023 foram mantidas, respectivamente, em 3,5% e 3,25%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo. Esse é o valor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) poderá alcançar nos próximos anos. Em 2021, a meta para a inflação também permanece em 3,75%, com o mesmo intervalo de tolerância de 1,5 ponto.
Em nota, o Ministério da Economia destacou que o anúncio reduz incertezas e aumenta a capacidade de planejamento dos agentes econômicos (famílias, empresas e setor financeiro). Segundo a pasta, a busca pelo equilíbrio nas contas públicas cria um ambiente favorável para a redução estrutural da inflação e dos juros.
De acordo com a pasta, a reforma da Previdência e a fixação do teto de gastos produziram expectativas de queda nos gastos no médio prazo. O texto também citou a Emenda Constitucional Emergencial, que estabeleceu gatilhos de ajustes de despesas para União, estados e municípios, caso as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos ultrapasse determinado nível.
Mesmo diante de choques adversos, como a pandemia e a alta das commodities (bens agrícolas com cotação internacional), que elevaram a inflação em 2021, o governo afirma que a manutenção do teto de gastos e o compromisso com o equilíbrio fiscal no médio e no longo prazo mantêm o ambiente favorável à estabilidade macroeconômica.
Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Diário Oficial da União em junho de 2017 determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes. De acordo com o Banco Central (BC), a mudança teve como objetivo reduzir as incertezas e melhorar a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo.
Desde 2005, o centro da meta de inflação estava em 4,5%, com 2,5 pontos de margem de tolerância. Em 2006, esse intervalo caiu para 2 pontos e permaneceu assim nos anos seguintes até ser reduzido para 1,5 ponto para 2017 e 2018, banda que será mantida agora até 2024.
A meta de inflação deve ser perseguida pelo BC ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende conter a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito, incentivando a produção e o consumo.
Fonte: Agência Brasil

Cerimônia no Palácio do Buriti registra passagem do primeiro governador reeleito pela história do Distrito Federal

Depois de mais de sete anos, cerimônias oficializaram o fim do ciclo do advogado à frente do Executivo local

Ibaneis Rocha entregou três faixas por sentido e homenageia subtenente da PMDF com novo viaduto

Unidade de Brazlândia passa a oferecer atendimento por videochamada para casos menos graves e ajuda a agilizar o fluxo nas emergências
