
Distritais pedem derrubada de edital da Terracap sobre regularização de área em Vicente Pires
O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

O deputado distrital Chico Vigilante (PT), presidente da CPI que investiga na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) os atos golpistas de 8 de janeiro, anunciou que o colegiado planeja investigar os motivos pela qual o Exército forneceu segurança ao acampamento montado em frente ao quartel-general da força terrestre, em Brasília, por manifestantes que exigiam […]
O deputado distrital Chico Vigilante (PT), presidente da CPI que investiga na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) os atos golpistas de 8 de janeiro, anunciou que o colegiado planeja investigar os motivos pela qual o Exército forneceu segurança ao acampamento montado em frente ao quartel-general da força terrestre, em Brasília, por manifestantes que exigiam um golpe militar.
O acampamento foi montado no dia após o segundo turno das eleições de 2022, por caravanas de bolsonaristas que se recusavam a reconhecer o resultado das urnas. Reunindo centenas de manifestantes, o acampamento inicialmente contou apenas com um cordão de militares para impedir que ocupassem espaço da Avenida Duque de Caxias, via de passagem das viaturas entre os batalhões do Exército na capital.
O empresário Joveci Xavier de Andrade, último depoente a comparecer na CPI e participante do acampamento, afirmou em seu depoimento, na quinta-feira, que, com o tempo, o Exército passou a fornecer segurança aos acampados. O mesmo foi observado pelo Congresso em Foco no mês de dezembro, quando equipes de militares foram fotografadas pela reportagem realizando patrulhas dentro da área do acampamento, chegando a circular por entre as barracas.
“Mais importante do depoimento de hoje foi a confirmação de que o Exército fez a segurança do acampamento”, afirmou Chico Vigilante. O local onde foi montado o acampamento ficava dentro do Setor Militar Urbano, bairro de jurisdição do Comando Militar do Planalto. Seu ex-comandante, general Gustavo Henrique Dutra, é um dos nomes convidados para depor na CPI, previsto para ser recebido em maio. O líder do colegiado espera poder questioná-lo sobre as patrulhas.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

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