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Cerca de 17 mil moradores são beneficiados nesta fase e já podem fazer ligações das casas com o sistema A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) finalizou mais uma etapa da implantação do sistema de esgotamento sanitário do Setor Habitacional Sol Nascente: a Estação Elevatória de Esgotos. Cerca de 17 mil moradores serão […]
Cerca de 17 mil moradores são beneficiados nesta fase e já podem fazer ligações das casas com o sistema
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) finalizou mais uma etapa da implantação do sistema de esgotamento sanitário do Setor Habitacional Sol Nascente: a Estação Elevatória de Esgotos. Cerca de 17 mil moradores serão beneficiados nesta fase.

O gerente de Mobilização Comunitária da companhia, César Augusto Rissoli, esclarece que uma autorização de funcionamento já foi distribuída. “Entregamos aos moradores um comunicado orientando como deve ser feita a ligação da tubulação de suas casas com a rede de esgoto da Caesb e como usar o sistema de forma adequada”, explica o gerente.

A Estação Elevatória da Bacia E do Sol Nascente é a maior da região administrativa. Ela integra o sistema de esgotamento sanitário composto por rede coletora de esgotos e por linha de recalque. Todo o sistema custou R$ 16,7 milhões e foi construído com recursos próprios da Caesb. A elevatória terá capacidade de bombeamento de até 50 litros por segundo e esgoto será levado para a Estação de Tratamento de Esgotos Melchior, em Samambaia.
O assessor da Diretoria de Engenharia da Caesb, Antônio Luís Harada, explica que a Caesb iniciou a implantação do sistema de esgotamento sanitário do Sol Nascente em 2011, porém, a ocupação da área vem crescendo durante os últimos anos em ritmo acentuado.
A área definida pela Caesb como Bacia E é uma das áreas do Setor Habitacional Sol Nascente de ocupação mais recente, apresentando infraestrutura ainda em consolidação. Encontra-se dentro do Trecho 3 do Setor, sendo uma das últimas a receber licenciamento ambiental para sua ocupação regular.
“Estima-se que o atendimento à região administrativa com redes coletoras de esgotos esteja em torno de 90%, dado o constante surgimento de novas área ocupadas. Apesar disso, as áreas atendidas com redes coletoras de esgotos no bairro já possuem condições adequadas de salubridade, garantindo condições mínimas de higiene e saúde pública para seus moradores”, conclui Harada.
*Com informações da Caesb

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