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A síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica e os prejuízos no evento do HCB
Na quinta-feira (27), quarto dia do Congresso Internacional da Criança com Condições Complexas de Saúde — organizado pelo Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) em parceria com o Hospital Sant Joan de Déu, de Barcelona —, os palestrantes discutiram sobre os desafios da covid-19 no cuidado pediátrico terciário e abordaram os principais impactos da pandemia para crianças e adolescentes, como a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (MIS-C, na sigla em inglês).
A síndrome é uma condição rara associada à exposição ao vírus Sars-CoV-2, causador da covid-19. A MIS-C gera uma reação imunológica exagerada que ocorre entre duas e seis semanas após o contágio pelo vírus, causando sintomas como febre, erupção cutânea, vermelhidão nos olhos e condições gastrointestinais, como diarreia, dor de estômago e náusea.
Segundo a diretora técnica do HCB, Isis Magalhães, entre julho e outubro de 2020 o hospital atendeu 122 pacientes diagnosticados com covid-19 e 21 deles evoluíram para um quadro de MIS-C. Além disso, ela comentou que um terço das crianças e adolescentes infectados pelo novo coronavírus nesse intervalo precisaram de terapia intensiva, a maioria com síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica.
Apesar da gravidade da doença, nenhum dos pacientes diagnosticados com MIS-C atendidos pelo HCB morreu. “Estávamos enfrentando o desconhecido, mas determinamos princípios para seguir trabalhando pela segurança dos pacientes. Não poderíamos parar os tratamentos de outras doenças e fechar portas de um centro que é referência na nossa região”, analisou.

Os palestrantes também destacaram que a covid-19 pode comprometer o neurodesenvolvimento de crianças e adolescentes. Nadja Nara Camacam, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, comentou que algumas situações observadas no início da pandemia, como o fechamento de escolas e o isolamento social, afetaram o desenvolvimento global de bebês e revelaram traços de comportamento como irritabilidade e inflexibilidade.
Segundo ela, crianças que nasceram e começaram a crescer durante o isolamento social estão mais sujeitas a obstáculos psíquicos e sociais que limitam uma infância plena. Alguns dos possíveis distúrbios são desatenção, preocupação, problemas de sono, falta de apetite, pesadelos, desconforto e agitação.
Nadja explicou que contribuem para essa realidade aspectos como o estresse que a situação de confinamento causou aos pais, a falta de atenção que as crianças receberam dos seus responsáveis, o uso exagerado de celulares e outros aparelhos eletrônicos e a distância dos colegas de colégio e das experiências vividas no ambiente escolar.

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