
Samu-DF reforça atendimento durante a encenação da Paixão de Cristo
Atendimento será reforçado para dar mais segurança ao público estimado em 100 mil pessoas

Serviço ocorre na área em que ficava a Ponte Liverpool, que conecta a comunidade ao Setor de Oficinas do Núcleo Bandeirante
A ligação passa por cima do Córrego Riacho Fundo e conecta a comunidade ao Setor de Oficinas da região administrativa. O Governo do Distrito Federal (GDF) segue trabalhando na reconstrução de uma ponte na Vila Cauhy, localizada no Núcleo Bandeirante. A Ponte Liverpool foi arrastada por chuvas torrenciais no início deste ano.
Atualmente, equipes terceirizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) executam a construção de muros de gabiões e o alargamento do leito do córrego. O objetivo é garantir a segurança dos moradores e evitar novos registros de erosões, desmoronamentos e alagamentos, sobretudo no período das chuvas.
Os gabiões são grandes estruturas de arame recoberto com PVC, que são montados manualmente de forma semelhante a caixas. Cada um é preenchido por pedras e, em seguida, são enfileirados um em cima do outro. Já o alargamento do leito é feito com apoio de maquinário, para manter o volume de água dentro dos limites do córrego mesmo em caso de chuvas intensas.

O objetivo da obra é garantir a segurança dos moradores e evitar novos registros de erosões, desmoronamentos e alagamentos, sobretudo no período das chuvas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Segundo o engenheiro da empresa contratada para a obra, Marcos Tibães, as estratégias servem para promover a contenção do solo, estabilização dos taludes e controle de erosões. “O maior objetivo é evitar inundações e erosões, fazendo com que a água não avance nas casas das pessoas”, esclarece. “O alargamento do rio visa evitar que a água suba acima da ponte, enquanto os gabiões tornam a área resistente a possíveis interpéries”, destaca o engenheiro da empresa contratada para a obra, Marcos Tibães.
Os gabiões são grandes estruturas de arame recoberto com PVC, que são montados manualmente de forma semelhante a caixas. Cada um é preenchido por pedras e, em seguida, são enfileirados um em cima do outro
O administrador regional do Núcleo Bandeirante, Cláudio Márcio de Oliveira, afirma que os serviços são essenciais para a segurança da comunidade e para evitar novos alagamentos e enxurradas. “Esse é o trajeto principal de muitos moradores e precisa estar reforçado para a segurança dos pedestres e daqueles que moram nas proximidades”, observa.
Com a finalização do muro de gabiões e do alargamento do leito, haverá o içamento da nova passagem de pedestres. A comunidade acompanha de perto cada etapa da obra, conforme comenta a dona de casa Demi Corrado, 28 anos. “Todo dia alguém dá uma olhada no que estão fazendo e conta no grupo. A gente fica de olho mesmo, estamos ansiosos para a chegada da nova ponte”, diz ela. “Sem dúvidas vai ser melhor do que a anterior, dá para ver que é uma estrutura mais segura”, completa Demi.
A dona de casa Lucilene dos Santos, 41, concorda com a vizinha. Ela revela que a ponte antiga não tinha estruturas de segurança. “Às vezes, dava medo de passar, né?”, conta ela, que usava a estrutura para levar os filhos para a escola. “Não vejo a hora da nova ponte chegar e os meninos voltarem a usar esse caminho. Acredito que vai ser bem melhor, mais resistente”, continua.
Ainda no Córrego Riacho Fundo, as equipes já concluíram os serviços na ponte Fórum, com o alargamento do leito próximo à passagem de pedestres e instalação de proteção das margens do córrego. Novas melhorias ao longo do corpo hídrico estão em fase de projeto. “Fizemos o levantamento topográfico e o estudo do córrego numa extensão em torno de três quilômetros. Encontramos pontos em que há riscos para a segurança das pessoas e, por isso, trabalhamos na proteção das estruturas do rio e no alargamento do leito, para que água não suba até a altura das passagens”, explica Tibães.

Atendimento será reforçado para dar mais segurança ao público estimado em 100 mil pessoas

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