CULTURA

Curadores-chefes da Bienal de São Paulo apresentam a equipe da 37ª edição da mostra, prevista para 2027

5 de junho, 2026 | Por: Agência O Globo

Amanda Carneiro e Raphael Fonseca montaram time multidisciplinar de diferentes países

Da esquerda: Rado Ištok, Mayara Carvalho, Amanda Carneiro, Ryan Inouye, Yina Jiménez Suriel, Ana Salazar Herrera, Amanda Tavares, Raphael Fonseca e Léuli Eshrāghi — Foto: Divulgação/Camila Tuon/Fundação Bienal de São Paulo

Curadores-chefes da 37ª edição da Bienal de São Paulo, prevista para setembro de 2027, a paulistana Amanda Carneiro e o carioca Raphael Fonseca anunciaram os nomes da equipe curatorial. Com nomes de diferentes países, integram o time de curadores a equatoriana-portuguesa Ana Salazar Herrera; o samoano Léuli Eshrāghi; o eslovaco Rado Ištok; o americano Ryan Inouye e a dominicana Yina Jiménez Suriel, além das assistentes de curadoria brasileiras Amanda Tavares e Mayara Carvalho.

Para os curadores-chefes, “a equipe curatorial reunida para a 37ª Bienal de São Paulo tem trajetórias ligadas a distintos contextos, mas compartilha um interesse comum pela Bienal de São Paulo, pelo Brasil e por uma prática curatorial construída em colaboração. (…) Para nós, formar esta equipe é também afirmar um modo de trabalho baseado em relações, escuta, dedicação aos artistas e atenção às condições que tornam cada prática possível.”

Com a chegada de Amanda Carneiro e o carioca Raphael Fonseca, a curadoria da Bienal voltou a ser 100% brasileira, após edições recentes com nomes estrangeiros à frente de seleção da coletiva, contando com equipes multidisciplinares de profissionais nacionais.

A mais recente edição, de título “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”, teve como curador-geral o camaronês radicado na Alemanha Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, junto da equipe formada por Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza, Keyna Eleison, André Pitol e Leonardo Matsuhei. A 35ª Bienal (2023, “Coreografias do impossível”) contou com uma estrutura horizontal composta pela portuguesa Grada Kilomba, o espanhol Manuel Borja-Villel e os brasileiros Diane Lima e Hélio Menezes.

A 34ª Bienal (2020/2021, “Faz escuro mas eu canto”) teve o italiano radicado no Brasil Jacopo Crivelli Visconti como curador-chefe, Paulo Miyada como curador adjunto e Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez como curadores convidados. Já a 33ª Bienal (2018, “Afinidades afetivas”), teve o espanhol Gabriel Pérez-Barreiro como curador-geral, em um modelo que incluiu sete artistas-curadores: Alejandro Cesarco, Antonio Ballester Moreno, Claudia Fontes, Feliciano Centurión, Mamma Andersson, Sofia Borges e Waltercio Caldas.


BS20260604002723.1 – https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2026/06/03/curadores-chefes-da-bienal-de-sao-paulo-apresentam-a-equipe-da-37a-edicao-da-mostra-prevista-para-2027.ghtml

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