
Túnel Rei Pelé é realidade e muda a vida dos moradores de Taguatinga
Uma das regiões mais tradicionais e populosas do Distrito Federal recebeu mais de R$ 500 milhões em obras de mobilidade, saúde, educação e requalificação urbana desde 2019

Animais usados na capacitação foram capturados da Unidade de Produção Intensiva de Peixes da empresa
Produtores e trabalhadores rurais de Ceilândia, Brazlândia e Paranoá aprenderam na prática como fazer filetagem de tilápia em curso promovido pelo Centro de Formação Tecnológica e Desenvolvimento Profissional (Cefor) da Emater-DF. Durante seis horas desta quarta-feira (17), os 15 inscritos na capacitação ouviram sobre boas práticas de fabricação, conheceram modelos de instalações e equipamentos adequados e fizeram o abate, evisceração, filetagem de tilápia e o processamento dos filés.
Essa foi a primeira turma do ano e contou com uma novidade: os 35 peixes utilizados no curso, totalizando 45 kg, foram pescados de um dos tanques da Unidade de Produção Intensiva de Peixes da Emater-DF, o que somente foi possível por meio da parceria entre a Gerência de Agropecuária e e Cefor da Emater-DF. De acordo com o coordenador de Aquicultura, Adalmyr Borges, os tanques da Unidade de Experimentação de Produção Intensiva de Peixes são também unidades didáticas do Cefor.

“Parte dos peixes produzidos ao longo do ano é destinada para utilização nos cursos de processamento de pescado. Está previsto um segundo curso no segundo semestre, que também vai utilizar a matéria-prima produzida aqui mesmo na Emater. Uma das grandes vantagens é que o aluno pode acompanhar o processamento desde a parte da saída do peixe do tanque de criação até o processamento desse peixe, garantindo frescura e qualidade no produto”, explicou Adalmyr.
O curso Filetagem e Processamento de Tilápias foi ministrado pelo extensionista Flávio Bonesso para que o produtor possa agregar mais valor ao produto, em vez de vender o peixe vivo ou abatido.

“Ao tirar os cortes do peixe, que é a filetagem, pescocinho e aproveitar o courinho para fazer à pururuca, o produtor consegue melhorar a renda da família, que é a intenção desses cursos oferecidos pelo Emater-DF. Além disso, vale ressaltar que o curso foi bastante enriquecido com essa participação dos alunos vendo como são feitas a captura e a criação do peixe”, completou Flávio Bonesso.
O morador do Incra 9, área rural de Ceilândia, José Miguel Moraes de Oliveira é atendido pela Emater-DF desde 2017 e diz que se inscreveu para aprender e aplicar o conhecimento, pois pretende começar na criação de peixes ainda este ano.
“Estamos aí procurando aprender e é um ótimo aprendizado, porque criar peixe sem conhecimento é pecar, né? Aplicar o nosso dinheiro sem ter retorno. Então, com conhecimento você aplica com retorno seguro. Aprendi com a mão na massa. Pronto para aplicar”, contou o produtor.
Ao final do curso, os alunos receberam certificado de conclusão e degustaram isca de peixe e couro de tilápia à pururuca. Além disso, levaram para casa dois filés preparados por eles próprios.
*Com informações da Emater-DF

Uma das regiões mais tradicionais e populosas do Distrito Federal recebeu mais de R$ 500 milhões em obras de mobilidade, saúde, educação e requalificação urbana desde 2019

Atendimento será reforçado para dar mais segurança ao público estimado em 100 mil pessoas

Cardápio especial será servido em todos os equipamentos, das 11h às 14h, com prato principal, acompanhamentos e sobremesa

Bioquímica e cofundadora do Sabin, Janete compartilha com o Sesc-DF valores que reforçam compromisso com atendimento de excelência, promoção da saúde e bem-estar da população
