
Distritais pedem derrubada de edital da Terracap sobre regularização de área em Vicente Pires
O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Governador de Santa Catarina disse, em entrevista, que ex-presidente mantinha contato com Valdemar Costa Neto

Após dar declarações de repercussão nacional, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), anunciou que trocará o comando da sua Secretaria de Comunicação do Estado. A mudança ocorre após Jorginho ter afirmado, durante entrevista, que o ex-presidente Jair Bolsonaro e o dirigente nacional do PL “conversam com frequência”. A fala foi chamada de “escorregada” por Bolsonaro, uma vez que os dois políticos estão impedidos de se comunicar por serem investigados na trama do golpe.
— Jorginho Mello deu uma escorregada. Na mesma entrevista, ele disse que lamenta eu não falar com Valdemar e diz que eu tenho falado muito com Valdemar. Não é verdade, foi um ato falho dele — disse Bolsonaro, em entrevista coletiva no último sábado.
Também na semana passada, o governador passou por outra crise em sua comunicação. Em agenda na cidade de Pomerode, onde mais de 80% da população é branca, ele disse que o município se destacava pela “cor da pela das pessoas”.
Políticos ligados à oposição acionaram o Ministério Público e a Procuradoria-Geral da República. Jorginho disse ser vítima de distorção e reafirmou seu compromisso contra o racismo.
Diante dos episódios, o atual secretário, João Paulo Gomes, ocupará o cargo de adjunto. Quem assume o posto é o jornalista Bruno Oliveira, que já trabalhou para os partidos MDB e PSD.
Nos bastidores, a troca na Secretaria de Comunicação de Santa Catarina é vista como uma tentativa de minimizar os danos causados por essas declarações, que expuseram certa fragilidade e irritaram o bolsonarismo.
O Globo questionou o governo sobre o motivo que levou a reestruturação. A matéria será atualizada, em caso de manifestação.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

Documentação do chefe da AGU foi encaminhada ao Senado Federal

Cumprindo acordo com os servidores, os deputados aprovaram – com 17 votos favoráveis – o projeto em dois turnos e redação final
