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Agências da ONU pedem para que sejam feitos esforços redobrados para levantar fundos que auxiliem a população do país Meio milhão de crianças menores de 5 anos sofrerão de desnutrição aguda no sul de Madagascar, afetado por uma seca excepcional, alertaram o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Unicef nesta segunda-feira (26). Agências da […]
Agências da ONU pedem para que sejam feitos esforços redobrados para levantar fundos que auxiliem a população do país
Meio milhão de crianças menores de 5 anos sofrerão de desnutrição aguda no sul de Madagascar, afetado por uma seca excepcional, alertaram o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Unicef nesta segunda-feira (26).
O número de crianças que sofrem de desnutrição aguda será quatro vezes maior do que na avaliação anterior, realizada em outubro de 2020, alertaram as agências da ONU em nota, com “consequências irreversíveis para o seu crescimento e desenvolvimento”.
“O que está acontecendo no sul de Madagascar é de partir o coração. Não podemos virar as costas para essas crianças”, disse Moumini Ouedraogo, representante do PMA em Madagascar, pedindo “esforços redobrados” para levantar os fundos necessários.
Mais de 1,14 milhão de malgaxes, em uma área tão grande quanto a de Bulgária ou Cuba (111.200 km²), passam fome.
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Crianças em Madagascar, na África, sofrem com a falta de alimentos — Foto: Wagner Moura
A escassez de chuvas nos últimos quatro anos tornou a agricultura impossível e as tempestades de areia transformaram vastas extensões de terras aráveis em terrenos baldios. A ONU afirma que esses fenômenos estão relacionados às mudanças climáticas.
Cerca de 14 mil malgaxes já alcançaram o nível cinco, a fase do “desastre”, na qual as pessoas não têm nada para comer, e esse número pode dobrar até outubro.
Foto: Fundação AIS
A região mais afetada, em torno de Ambovombe-Androy, onde a desnutrição aguda global atingiu 27%, “corre o risco de sofrer de fome se medidas urgentes não forem tomadas”, alerta o comunicado, acrescentando que a crise foi agravada pelas “fracas estruturas sanitárias e o acesso limitado à água”.

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