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A ação tem como objetivo proteger as nascentes, recompor a vegetação nativa do Cerrado e fortalecer a segurança hídrica do Distrito Federal
O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou, nesta quarta-feira (21), a execução do Plano de Recomposição Vegetal da Serrinha do Paranoá. A iniciativa contempla o plantio, a manutenção e o monitoramento de 22 mil mudas de espécies nativas do Cerrado, com o objetivo de proteger as 119 nascentes mapeadas na região, além de recuperar a vegetação local e fortalecer a segurança hídrica do Distrito Federal.
A ação faz parte de um convênio firmado entre o GDF — por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) —, o Instituto Oca do Sol e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
A parceria foi estruturada em duas etapas, sendo a primeira voltada ao diagnóstico das condições ambientais das nascentes da Serrinha do Paranoá e a segunda dedicada ao plantio de mudas. As árvores escolhidas foram produzidas pela Seagri-DF na Granja do Ipê, e serão acompanhadas pelo período de dois anos para garantir a fixação e o êxito do projeto.
“Essa é uma ação extremamente importante para o Distrito Federal. No diagnóstico pudemos observar a qualidade das nascentes e como estava o processo de degradação e conservação. Em cima desse diagnóstico entramos com a segunda etapa”, explicou o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno.
De acordo com o secretário, a ação visa a aumentar a produção de água e conservação do solo. “Isso é contributivo tanto para o produtor rural que está na Serrinha do Paranoá, como também para o Lago Paranoá, que compõe o abastecimento hídrico do Distrito Federal. Lá na frente, vai contribuir com a parte de água para os produtores abaixo da Barragem do Paranoá. É um projeto que contempla a parte ambiental e produtiva”, acrescentou.
Com dez núcleos rurais, a região da Serrinha do Paranoá é considerada essencial para o Distrito Federal. “Essas nascentes são muito importantes para o abastecimento do Lago Paranoá, entãoé um trabalho muito importante de preservação ambiental”, destacou o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), Cleison Duval. A entidade tem atuado junto aos produtores na conservação ambiental da área.
A Serrinha do Paranoá é uma região que abriga núcleos rurais e áreas ambientalmente sensíveis, como zonas de recarga hídrica e escarpas com elevada concentração de nascentes. A partir do estudo foram identificadas 119 nascentes, das quais 78 delas necessitam de ações diretas de recuperação.
“É um trabalho transversal que é fundamental para a preservação do meio ambiente. Houve um estudo em parceria com a sociedade civil em que detectamos algumas nascentes precisando de uma regeneração, então estamos plantando árvores do Cerrado do viveiro da Seagri para preservar as nascentes da Serrinha e, consequentemente, o Lago Paranoá”, definiu o secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.
Além do plantio, a iniciativa consiste no cercamento de áreas, controle de formigas, adubação e implantação de aceiros para prevenção de incêndios. “Esse trabalho técnico é de fundamental importância para que essas nascentes não desapareçam com a erosão e superurbanização. É relevante manter, recuperar e acelerar a identidade dessa região como produtora de água”, defendeu a presidente do Instituto Oca do Sol, Sol Udry.

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