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Inadimplência é maior entre as mulheres A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que 30,3% dos consumidores com dívidas atrasadas eram mulheres, enquanto 29,1% eram homens. Ao mesmo tempo, são elas que buscam resolver mais rapidamente o problema: enquanto as […]
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), aponta que 30,3% dos consumidores com dívidas atrasadas eram mulheres, enquanto 29,1% eram homens. Ao mesmo tempo, são elas que buscam resolver mais rapidamente o problema: enquanto as mulheres ficaram em média 62 dias sem pagar dívidas, os homens permaneceram 63,5 dias com dívidas atrasadas.
O estudo também mostra que 79,5% das mulheres estavam endividadas em fevereiro, alta de 1,1 ponto percentual em relação a janeiro. Entre os homens, o percentual caiu 0,1 ponto, representando 77,2% dos consumidores.
As mulheres têm concentrado o endividamento nas modalidades de prazos mais curtos, principalmente no cartão de crédito. Elas estão proporcionalmente mais endividadas do que os homens em três modalidades de dívida: cartão de crédito (86,5% das endividadas), carnês de lojas (19%) e crédito consignado (5,9%).
Nos demais tipos de dívida (cheque especial, crédito pessoal, cheque pré-datado, financiamento de casa, de carro e outras dívidas), os homens superam as mulheres como proporção do total de endividados.
Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que o rendimento médio mensal das mulheres no mercado de trabalho brasileiro é 21% menor do que o dos homens – R$ 3.305 para eles e R$ 2.909 para elas. Os dados têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PnadC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no terceiro trimestre de 2022.
Uma pesquisa da Sodexo mostra que o saldo do crédito do vale-refeição tem durado apenas 11 dias, em média — dois dias a menos do que durava no ano passado. Este é um reflexo de juros e inflação altos, segundo a empresa.
No ano passado, foram lançados 46 novos empreendimentos e vendidas cerca de 5,3 mil unidades em todo o Distrito Federal, o que significa a injeção de mais de R$ 3,4 bilhões em vendas no mercado da capital. Nos dois primeiros meses de 2023 houve um aumento na busca dos clientes por imóveis principalmente em áreas como Samambaia, Águas Claras e Noroeste – este último, se consolidou no ano passado como o principal bairro em lançamentos, com aproximadamente 900 novas unidades.

Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília
Em relação à valorização por m², a área residencial mais valorizada do Distrito Federal é a Asa Norte, com o valor do m² de aproximadamente R$ 18,6 mil. Em segundo lugar aparecem as regiões do Sudoeste, com R$ 17,9 mil; Noroeste, com R$ 16,3 mil e Lago Norte, com R$ 14,7 mil. Já na área comercial, o Noroeste se destaca novamente com o valor de R$ 32 mil por m² das lojas.

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Marlene Galeazzi
Um evento para encantar a corte brasiliense, ganhar destaque na crônica social e marcar a temporada.

A cesta básica de Brasília custou R$ 773,78 em setembro, alta de 5,37% ante agosto, segundo pesquisa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do DIEESE.

Paulo Lima
A Academia de Letras e Música do Brasil (ALMUB) celebrou na noite do último dia 22/10/26, em uma solenidade memorável aos 50 anos, o Jubileu de Ouro da ALMUB.
