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Economia$Capital

23 de julho, 2024

Nem o amor salva

Após ter registrado alta em maio, o setor de bares e restaurantes apresentou queda de 0,7% no volume de vendas em junho.

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Os dados são do Índice de Atividade Econômica Abrasel-Stone. Mesmo com o Dia dos Namorados, uma das datas mais rentáveis para o setor no ano, os estabelecimentos não conseguiram superar a alta registrada em maio.

Nem o amor salva II

Em comparação com o mesmo período do ano passado, bares e restaurantes também tiveram desempenho negativo, com queda de 0,3% nas vendas. O índice apresentou uma retração mensal em 15 estados brasileiros, com Tocantins (-3%), Alagoas (-2,9%) e Espírito Santo (-2,7%) registrando os piores resultados. Já as regiões que mais tiveram alta foram Paraíba (2,5%), Amazonas (1,9%) e Mato Grosso (1,2%).

Pra quem não
gosta de obra

Desde 2019, as obras púbicas no DF geraram mais de 20 mil empregos. Além disso, o setor de construção é responsável por 51,3% do PIB e contribui com mais de R$ 5 bilhões de arrecadação. Os dados são do CAGED.


Falando de flores

Empresários que integram a cadeia produtiva de flores e plantas ornamentais de todo o Brasil se reúnem mais uma vez em Holambra (SP) para conhecer as novidades do setor na 31ª Enflo. Composta por conselheiros da entidade e empresários da capital, uma comitiva do Senac-DF, com apoio do Sebrae-DF, participa do evento.

Falando de flores II

No Distrito Federal, onde há cerca de 600 empresas, entre MEIs e pequenos empresários, o setor gera aproximadamente 800 empregos.


Combate a irregularidades

Uma equipe de auditores da Receita do Distrito Federal apreendeu aproximadamente R$ 770 mil em mercadorias. As ações aconteceram entre sábado e segunda-feira, durante fiscalização de rotina no Setor de Indústrias Bernardo Sayão, nas rodovias BR-060 e DF-001, e em transportadoras. A lista de produtos irregulares é composta por 18 mil pacotes de fraldas descartáveis, 19 mil litros de refrigerante e 37 mil quilos de grãos, além de calçados, confecções, móveis e utensílios.


Mãos de ouro

 Em 2023, o segmento do artesanato bateu o maior número de arrecadação com a comercialização de produtos no DF, alcançando um total de R$ 1.561.322. No mesmo ano, a capital ultrapassou a marca de 14 mil artesãos regulamentados. Linhas de microcrédito e auxílio na qualificação são algumas ações do GDF para o segmento.

Mãos de ouro II

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF (Sedet) por meio do Prospera, lançou uma modalidade de financiamento voltada para artesãos devidamente registrados na profissão. O valor do microcrédito pode chegar até R$ 2,5 mil. Até março, a pasta havia liberado mais de R$ 349 mil em 11 contratos.


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