
Nova lei facilita identificação de vagas destinadas a pessoas com deficiência e com TEA
A determinação consta na Lei n° 7.822/2025, publicada em 17 de dezembro, que amplia os direitos previstos na lei nº 4.568/2011

O Grupo Editoral Record suspendeu a publicação de dois livros do ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida, depois que as denúncias de assédio sexual contra ele vieram à tona. A empresa havia contratado no início deste ano uma obra inédita do advogado, mas também previa o lançamento para 2025 de uma nova edição do livro …
O Grupo Editoral Record suspendeu a publicação de dois livros do ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida, depois que as denúncias de assédio sexual contra ele vieram à tona. A empresa havia contratado no início deste ano uma obra inédita do advogado, mas também previa o lançamento para 2025 de uma nova edição do livro “Racismo Estrutural”, publicado inicialmente como parte da coleção “Feminismos Plurais”, de Djamila Ribeiro.
Em nota encaminhada ao Globo, a editora informa que, diante das “graves acusações contra o autor”, foi decidido “aguardar o processo e a defesa de Almeida para tomar uma decisão definitiva quanto aos livros”. Além de ser afastado do comando do Ministério dos Direitos Humanos, Silvio é investigado pela Polícia Federal (PF) por denúncias de assédio sexual, recebidas pela ONG Me Too e reveladas pelo Metrópoles em setembro deste ano.
Entre as principais vítimas apontadas, está a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Em depoimento prestado à PF no mês passado, ela confirmou ter sofrido importunação sexual por parte de Almeida. Em entrevista ao GLOBO, Anielle relatou que os episódios teriam começado ainda durante a transição para o governo Lula e consistiam em atitudes e falas que ela “repudia”. “‘Demorei para acreditar, porque era uma decepção’, disse.
Desde quando o caso foi revelado, Almeida nega as acusações e destaca que a investigação seria uma oportunidade para “provar sua inocência e se reconstruir”. Como mostrou o blog de Renata Agostini, do GLOBO, a PF pretende adotar um novo protocolo na investigação. O objetivo é preservar as denunciantes, garantindo que elas não tenham de relatar o que viveram diversas vezes ao longo do processo.

A determinação consta na Lei n° 7.822/2025, publicada em 17 de dezembro, que amplia os direitos previstos na lei nº 4.568/2011

Ministro Gilmar Mendes, relator do caso, concedeu prazo de 48 horas

Informações devem ser prestadas em 30 dias

Ausente na manifestação pela soltura de Jair Bolsonaro, governador de São Paulo chamou o evento de 'clamor da sociedade ampla'
